sou poeta." Cecília Mrireles
sou poeta." Cecília Mrireles
Votem em mim
Tenho a cabeça na lua,
Já bebi leite de estrelas,
Só roubei palavras de poetas
Está declarado: tenho uma rocinha de poemas
Prometo plantar esperanças sempre vivas,
e protejer os louvas Deus.
Meu partido?
O amor que grita pelo poder.
ff
Votem em mim
Tenho a cabeça na lua,
Já bebi leite de estrelas,
Só roubei palavras de poetas
Está declarado: tenho uma rocinha de poemas
Prometo plantar esperanças sempre vivas,
e protejer os louvas Deus.
Meu partido?
O amor que grita pelo poder.
ff
necessário ou ridículo
a verdade é q ela escrevia
cartas de amor
calçava o caminho c versos
ladrilhados de desatino e ternura
havia perdido a discrição
transbordava
sabes por que?
apaixonou - se!
Depois tudo foi desacontecendo
o caminho, o desassossego , o tempo
ela, as cartas e o amor.
ff
necessário ou ridículo
a verdade é q ela escrevia
cartas de amor
calçava o caminho c versos
ladrilhados de desatino e ternura
havia perdido a discrição
transbordava
sabes por que?
apaixonou - se!
Depois tudo foi desacontecendo
o caminho, o desassossego , o tempo
ela, as cartas e o amor.
ff
Há qualquer coisa de delicadeza
com voz de poesia
que
adentra setembro
ff
Há qualquer coisa de delicadeza
com voz de poesia
que
adentra setembro
ff
Hoje cedo, madrugada acesa
a vida pede que fiquemos/
E não importa se esse afago
é passageiro/
Se a utopia d'infinitas provisões
é o que vivemos/
Amanhã terei vivido
nesta chama
deste sonho derradeiro/
L.F
Hoje cedo, madrugada acesa
a vida pede que fiquemos/
E não importa se esse afago
é passageiro/
Se a utopia d'infinitas provisões
é o que vivemos/
Amanhã terei vivido
nesta chama
deste sonho derradeiro/
L.F
Não há poesia que me
negue/
Nenhuma dor que eu
merecesse/
E o poema, se me
parecesse ?!/
Escreveria sobre o que
não me cegue/
Sabe o poeta o que o
persegue ?!/
o nada, a dor explícita,
o que florescesse ?!/
Queria que esse "inferno"
me esquecesse/
Mas a poesia ainda quer
que eu me entregue/
Não há poesia que me
negue/
Nenhuma dor que eu
merecesse/
E o poema, se me
parecesse ?!/
Escreveria sobre o que
não me cegue/
Sabe o poeta o que o
persegue ?!/
o nada, a dor explícita,
o que florescesse ?!/
Queria que esse "inferno"
me esquecesse/
Mas a poesia ainda quer
que eu me entregue/
embarquei pelas janelas das palavras
e fui morar num poema carmim.
ff
embarquei pelas janelas das palavras
e fui morar num poema carmim.
ff