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🎉 It’s a frog. 🎉​

​Enjoy The Legend of #Zelda: #BreathOfTheWild#NintendoSwitch2 Edition in stunning new detail.
December 19, 2025 at 8:03 PM
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My Summary of Art for the year 2025 :)

look at that transition lol
December 20, 2025 at 1:52 AM
Numa boa, eu queria estar sendo muito grato por tudo que aconteceu durante esse ano, mas anda acontecendo tanta coisa ruim, tantos problemas que esta me fazendo ser o oposto, querendo que esse ano acabe logo!!
December 15, 2025 at 4:49 AM
Somente 5 dias de Dezembro, e esses dias já valeram por Novembro inteiro!! (^_^)
December 6, 2025 at 2:01 AM
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Subaru já pendurou carros em SP e deixou bairro sem luz; relembre
Responda rápido: qual propaganda de carro, fora as de TV, te marcou profundamente? Se você já era ligado no assunto lá pelos idos do final dos anos 1990 e morava em São Paulo, há uma boa chance de responder que foram os outdoors da Subaru. A história começou em fevereiro de 1998, quando a Caoa comprou os direitos de importação de carros da Subaru no Brasil. Na época, a marca estava — assim como agora — escanteada e esquecida, mas o dono da Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, via nesses veículos muito potencial. Dr. Carlos, como era conhecido, não perdeu tempo e já em abril contratou uma das maiores agências de publicidade do país, a DPZ, para criar uma campanha que representasse uma espécie de relançamento da Subaru. O maior objetivo era fazer com que as pessoas de alta renda considerassem a Subaru como opção, algo que não faziam. E o argumento principal para isso deveria ser a concepção técnica diferenciada dos veículos da marca, com motores Boxer e tração integral. DPZ foi contratada pela Caoa para realizar campanha a fim de expor Subaru Divulgação/Acervo Miau A verba era polpuda — R$ 7 milhões à época. Mas era óbvio que uma simples explanação técnica sobre os carros, mesmo que apresentada de forma interessante, não seria suficiente. A agência, então, se debruçou sobre a principal qualidade dos veículos da marca: a excepcional estabilidade. No entanto, como demonstrar isso de maneira impactante e, ao mesmo tempo, lúdica e surpreendente? Subaru vende Forester 2023 como 0 km e futuro da marca é incerto no Brasil Havia ainda no contexto um elemento quase amedrontador: a campanha deveria ser aprovada pelo próprio Dr. Carlos, que, como se saberia mais tarde, mostrou-se um mestre quando o tema era publicidade automotiva para alavancar vendas. Falhar não era opção. Depois de inúmeras reuniões, propostas, papéis rasgados, novas ideias, mais papéis rasgados e cabeças quase queimadas, surgiu uma proposta praticamente irreal: pendurar um carro de verdade em um outdoor, lateralmente, em ângulo de 90 graus com a rua. Agência teve a ideia de pendurar carros em outdoors espalhados pela capital paulista Divulgação/Acervo Miau A cena sem dúvida seria muito impactante e transmitiria de forma direta a ideia de estabilidade invejável. Mas será que era possível realizá-la? Se não era, deveria se tornar de algum modo, porque a ideia foi apresentada ao Dr. Carlos e aprovada por ele. O jeito era colocar mãos à obra. A empresa especializada L&C Outdoor topou a empreitada. O projeto foi desenvolvido assim: um painel central seria construído com aço, com dois pilares estruturais, e o carro ficaria “amarrado” por tubos metálicos em formato de U pela parte de trás. Em cada lateral seriam montados e emendados outdoors comuns, com base de madeira. Na frente ficaria o material gráfico da campanha. Quem olhasse, visualizaria apenas o que parecia ser uma junção de três outdoors, sem imaginar a diferença na estrutura. Initial plugin text A construção ficou pronta no início do segundo semestre de 1998. E, bem ao estilo Caoa, decidiu-se pela instalação de não apenas um, mas três outdoors com os carros pendurados: além do Forester, foram exibidos Legacy e Outback. Em todos o mesmo slogan — “Nenhum carro agarra no chão como um Subaru” — e a inscrição Made in Japan. Os outdoors foram instalados em pontos estratégicos da capital paulista: Av. Faria Lima, onde hoje há uma loja do McDonald’s; Av. Cidade Jardim, logo depois da ponte sobre o Rio Pinheiros, onde hoje fica o Parque do Povo; e em plena Marginal Pinheiros, um pouco antes da Ponte Cidade Jardim. Os três carros, que eram 0 KM, praticamente não tiveram nenhuma preparação especial para “subir” nos outdoors: apenas foram drenados todos os líquidos para que não derramassem. De resto, estavam como saíram da fábrica. Para suportar o peso do carro, a estrutura central era de metal reforçado; o veículo ficava preso pelos eixos Divulgação/Acervo Miau Os outdoors fizeram um sucesso tremendo, quem sabe até demais. Várias pessoas começaram a escalar os painéis para tentar tirar fotos ao lado dos carros pendurados — nem havia redes sociais na época. Outro problema foi que o Forester amanheceu certo dia com o vigia traseiro estilhaçado, não se sabe como. Como era impossível fazer a troca com o carro ali, a solução foi apelar para um plástico grosso e transparente colado com fita adesiva, algo que, de longe, não era visível. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Mas nada se compara ao fato de o Dr. Carlos cismar que o outdoor da Av. Cidade Jardim não parecia bem iluminado à noite. Por conta própria, ele convocou uma equipe de eletricistas para instalar várias lâmpadas extras — que, ao serem ligadas, queimaram o transformador do poste mais próximo, deixando parte do bairro do Itaim Bibi às escuras. Imagine a reação dos moradores... O dia que a Audi transformou o Rodoanel em estrada sem limite de velocidade A campanha ficou em exposição por cerca de um mês e rendeu vários prêmios à DPZ, como a Medalha de Ouro da categoria Outdoor do XVI Prêmio Colunistas São Paulo 1999 e o Grande Prêmio de Outdoor no XX Festival Brasileiro de Publicidade, promovido pela Associação Brasileira de Propaganda (ABP). E é certo que muita gente se lembra desses outdoors até hoje. Naturalmente, fica uma pergunta: será que veremos alguma repetição de tal criatividade em publicidade automotiva, uma campanha que chame tanto a atenção, em plena rua? Bem, dificilmente, ao menos nesse formato. Afinal de contas, os outdoors são proibidos em São Paulo desde 2006 devido à Lei Cidade Limpa, promulgada em setembro daquele ano, que varreu das avenidas esse tipo de painel publicitário (e, também, toda a poluição visual da cidade). Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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December 1, 2025 at 5:07 AM
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This is Miyamoto. Filming is underway for the live-action film of The Legend of Zelda in a lush, natural setting, with Bo Bragason-san who will play Zelda and Benjamin Evan Ainsworth-san who will play Link (1/2).
November 17, 2025 at 3:10 PM
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5 carros usados que parecem caros, mas custam menos que um Fiat Mobi novo
Atualmente, os carros mais baratos do Brasil já chegaram a uma faixa de R$ 80 mil, valor não muito atrativo principalmente para quem procura por modelo de maior porte e visual mais inspirado. Para isso serve o mercado de carros usados, que traz uma diversidade muito maior de opções a um preço mais em conta. Pensando nisso, listamos cinco carros usados que parecem caros, mas custam menos que um Fiat Mobi zero km (que sai a partir de R$ 80.060). Há opções para todos os gostos: um hatch com visual retrô e motor confiável, um sedã médio consagrado e desejado e um SUV médio. Em todos os casos, sempre vale o conselho: fique de olho no estado geral do veículo pretendido e leve seu mecânico de confiança para conhecer o automóvel antes de fechar negócio. Os preços citados no texto foram verificados no Mercado Livre durante a apuração e produção da matéria, no mês de outubro de 2025. Confira cada um dos modelos em detalhes, a seguir. 1. Fiat 500 – a partir de R$ 33.000 Fiat 500 é compacto com estilo retrô e é sinônimo de carro de imagem Divulgação/Fiat Com estilo retrô que homenageia o passado, o Fiat 500 está na mesma prateleira de carros de imagem como Mini Cooper e Volkswagen New Beetle. Usado, é facilmente encontrado por um preço competitivo. Unidades 2012 podem ser achadas a partir de R$ 33 mil na plataforma do Mercado Livre. Debaixo do capô, o hatch compacto estiloso tem duas opções: o famoso 1.4 aspirado flex de até 88 cv e 12,4 kgfm de torque, o mesmo motor da família Fire usado no Uno; e o 1.4 Multiair a gasolina de 105 cv e 13,6 kgfm. A diferença é que o 1.4 flex usa câmbio manual ou automatizado de cinco marchas, enquanto o 1.4 Multiair vem sempre com transmissão automática de seis velocidades. Mesmo a versão mais básica tem controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, retrovisores com ajuste elétrico, faróis com regulagem de altura e computador de bordo. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Honda Civic – a partir de R$ 43.000 Honda Civic impõe respeito; sedã é confortável e tem excepcional dirigibilidade Divulgação O Honda Civic de oitava geração chegou a desbancar o Toyota Corolla por alguns meses no período em que foi vendido. Dito isso, o sedã ainda tem “presença” e parece ser um carro mais caro, mesmo que exemplares de 2011 em diante custem a partir de R$ 43 mil na plataforma. É o clássico sedã médio confortável que não abre mão de uma boa dirigibilidade. O Civic foi um dos primeiros modelos a ganhar um estilo mais próximo de um cupê por conta do terceiro volume menos pronunciado. Além disso, o painel de dois andares chama atenção até hoje. O motor 1.8 flex entrega até 140 cv de potência e 17,7 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático de cinco marchas. Faróis de neblina, bancos de couro cinza, controles de estabilidade e tração, computador de bordo, ar-condicionado automático, retrovisores rebatíveis eletricamente são itens presentes no modelo. Initial plugin text 3. Hyundai Veloster – a partir de R$ 44.990 Hyundai Veloster ficou famos por sua configuração de carroceria com três portas Divulgação/Hyundai O Hyundai Veloster ficou famoso por sua configuração de carroceria com três portas. Trata-se de um hatch com ares de cupê com desenho esportivo, o que faz parecer mais caro do que realmente é. Pode-se achar o Veloster 2012 no Mercado Livre com preço a partir de R$ 44.990. O motor 1.6 a gasolina entrega 128 cv. O câmbio é sempre automático de seis marchas. Com silhueta diferente, desenho agressivo e duas portas no lado esquerdo da carroceria e uma no lado direito, o modelo é ideal para quem não quer passar despercebido. A lista de equipamentos conta com seis airbags, faróis de neblina, ar-condicionado automático, bancos de couro, chave presencial, computador de bordo e teto solar elétrico em algumas versões. 4. Jeep Compass – a partir de R$ 70.977 Jeep Compass usado pode custar R$ 10 mil a menos que um Mobi 0 km Divulgação/Jeep Um modelo que parece caro, mas tem um preço interessante é o Jeep Compass da primeira fase (ou seja, antes da reestilização de 2021. Assim, modelos 2017 podem ser arrematados pela pedida inicial de R$ 70.977 na plataforma do Mercado Livre. É o carro familiar que atende quem busca seu primeiro SUV, mas precisa de mais espaço do que um SUV compacto. Uma das opções é o Compass Sport, versão de base que vem bem equipada. Seu motor é o 2.0 aspirado flex que rende até 166 cv de potência e 20,5 kgfm de torque, sempre com transmissão automática de seis posições. A lista de itens de série inclui assistente de partida em rampa, faróis de neblina, monitor de pressão dos pneus, piloto automático, freio de estacionamento eletrônico, além de central multimídia com navegador GPS. 5. BMW Série 3 – a partir de R$ 73.000 BMW Série 3 Divulgação/BMW Para encerrar a lista temos o BMW Série 3. Sinônimo de status por se tratar de um carro de fabricante premium e com boa dirigibilidade, o sedã, claro, sempre vai parecer mais caro do que realmente é. No entanto, pode sair mais barato que um Mobi 0 km. Isso porque unidades 2014, da geração anterior, podem ser compradas a partir de R$ 73 mil. O motor 2.0 turbo flex entrega até 184 cv de potência e 27,5 kgfm de torque e casa com o famoso câmbio automático de oito marchas e tração traseira. Essa característica faz da sua dirigibilidade uma das mais interessantes no mercado, sendo um diferencial até hoje. Como um bom sedã premium, tem pacote recheado de equipamentos: seis airbags, faróis de xenônio, monitor de pressão dos pneus, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado de duas zonas, banco do motorista elétrico e central multimídia com navegador GPS e serviços de concierge. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a outubro de 2025.
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November 1, 2025 at 2:23 AM
BOA!! Sinner e boa Fonseca, os dois jogadores que eu estava torcendo em cada ATP 500 dessa semana, e conseguiram ser campeões 🎉🎉
October 26, 2025 at 4:17 PM
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October 12, 2025 at 6:17 PM
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💛💚❤️
September 25, 2025 at 11:43 PM
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Ferrari Daytona SP3 vendida por R$ 140 milhões é a mais cara da história
A Ferrari é amplamente consolidada no circuito milionário de leilões e não poderia fazer diferente ao registrar a impressionante cifra de US$ 26 milhões na mais recente negociação da RM Sotheby's, no Monterey Car Week, nos Estados Unidos. O valor, que corresponde a R$ 141 milhões, é o maior da história alcançado por um veículo da marca em leilão e foi pago por um exemplar super exclusivo da Daytona SP3. O modelo é considerado único em diversos aspectos e, de longe, um dos mais desejados da empresa. Foi revelado originalmente em 2021 e faz parte da série icônica de modelos de edição limitada da Ferrari, tendo apenas 599 unidades produzidas. O exemplar leiloado é ainda mais especial por ser considerado o “599+1”, ou seja, um modelo único dentro de uma série já limitada. Museu da Ferrari é tão incrível que faz até hater virar fã da marca Colecionador usa Ferrari F40 de R$ 17 milhões para acampar Ferrari Daytona SP3 Tailor Made tem carroceria amarela com detalhes em fibra de carbono Divulgação Duas vezes exclusivo A Ferrari explica que, como os 599 carros originais foram rapidamente vendidos, repetiu a estratégia que já aplicou na LaFerrari e decidiu produzir mais um exemplar para ser leiloado para a caridade. É por isso que a unidade é chamada de "599+1". Mas, em vez de simplesmente fabricar mais um modelo, a marca entregou o 600º SP3 à sua divisão de personalização Tailor Made, que fez um trabalho único de pintura e customização. Ferrari Daytona SP3 Tailor Made é exemplar único Divulgação A carroceria, por exemplo, tem pintura assimétrica em Giallo Modena (amarelo) e fibra de carbono brilhante aparente. O logotipo da Ferrari, que se estende da frente para trás ao longo da linha central do carro, é o primeiro do gênero em um carro de rua da Ferrari. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Por dentro, o SP3 599+1 tem estofamento de tecido Q-Cycle feito de pneus reciclados, com cintos de segurança amarelos e emblemas do cavalo rampante nos encostos de cabeça, repetindo o esquema de cores externo. O painel de instrumentos e a coluna de direção são revestidos de fibra de carbono proveniente da equipe Ferrari de F1, dispostos em um padrão de bandeira quadriculada. Ferrari Daytona SP3 Tailor Made usa restos de pneus reciclados nos bancos Divulgação Motor 6.5 V12 aspirado Na mecânica, o destaque fica por conta do motor 6.5 V12 com 828 vc de potência e 62,5 kgfm de torque (sem assistência de sistema híbrido ou indução forçada). O câmbio de dupla embreagem e sete marchas dosa o fluxo de potência para as rodas traseiras, levando o SP3 de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e a 200 km/h em 7,4 segundos, de acordo com a Ferrari. Já a velocidade máxima ultrapassa os 340 km/h. Os R$ 140 milhões arrecadados serão destinados à instituição de caridade Ferrari Foundation, que tem trabalhado com a Save the Children para ajudar a reconstruir escolas devastadas por incêndios na Califórnia. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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August 20, 2025 at 5:38 AM
Hoje fazem dois anos que eu comecei a usar um Mac, ou que eu comprei meu Mac mini M1 (>_<)
August 5, 2025 at 2:55 AM
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Wind Waker.
August 2, 2025 at 2:05 AM
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June 24, 2025 at 10:56 PM
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Hi Callie… 👉👈
WIP
February 28, 2025 at 12:24 AM
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Teste: Porsche 718 Spyder RS ronca alto a 9 mil rpm pela última vez
Andamos na última geração a combustão da versão mais envenenada do conversível. E a sinfonia do motor boxer vai deixar saudades Cinco, seis, sete, oito, oito mil e quinhentos rpm. Quinta, sexta, sétima marcha. A reta do autódromo Velocitta passa cada vez mais rápido pelos olhos, a quase 200 km/h, enquanto o ronco do motor 4.0 boxer de seis cilindros do Porsche 718 Spyder RS alcança os ouvidos como se fosse uma sonata em escala maior, daquelas mais pujantes. Me sinto privilegiado – e sou. Estou acelerando em pista fechada a última geração do Porsche Spyder RS com motor a combustão. Na próxima, o esportivo derivado do conversível 718 Boxer passará a ser apenas elétrico. Porsche 718 Spyder RS - Motor 4.0 boxer de seis cilindros deixará saudades Divulgação Nada tenho contra carros elétricos – muito pelo contrário! –, mas preciso dizer que a experiência do ruído do motor de cilindros contrapostos naturalmente aspirado, rouco e crescente até o limite de 9 mil rpm, e interrompido apenas pelas enervadas e céleres trocas de marcha do câmbio PDK, vai deixar saudades. Ah, se vai... O Porsche 718 Spyder RS 2024 custa R$ 1.237.624. Contudo, são tantos os opcionais que a fatura pode chegar a quase R$ 1,7 milhão. Por exemplo, dá para aplicar ao pacote rodas de magnésio por R$ 113 mil, ou uma pintura especial por R$ 24 mil, ou ainda bancos de carro de corrida por R$ 23 mil. De série, o esportivo usa como base mecânica o 718 Cayman GT4 RS, mas com ajustes exclusivos de suspensão, carroceria roadster herdada do Boxer e teto removível apenas manualmente, e não de modo elétrico, para aliviar 7,6 kg de peso. Pelo mesmo motivo, peças como o capô, as capas dos retrovisores, o gurney flap na ponta do spoiler traseiro e outros componentes de acabamento interno são de plástico reforçado com fibra de carbono. No total, temos 40 kg de redução em relação a um 718 Spyder convencional, e 5 kg a menos do que o Cayman GT4 RS. O para-choque dianteiro com tomadas de ar mais robustas é outro sinal do alto nível de esportividade da versão. A suspensão é 3 cm mais baixa que a de um 718 Boxer convencional, mas não chega a ser tão rígida quanto a de um GT4. A arquitetura é independente do tipo McPherson nos dois eixos – e aqui talvez tenhamos a única similitude entre um Spyder RS e um Jeep Renegade –, porém é uma suspensão ativa com barras estabilizadoras à frente e atrás, cambagem e ângulo de convergência ajustáveis para uso em pisa, e amortecedores com regulagem exclusiva. Motor tem montagem longitudinal e disposição central-traseira Divulgação O cultuado motor boxer de 4 litros com seis cilindros, naturalmente aspirado, aquele que chega a 9 mil rotações por minuto, vem do já mencionado 718 Cayman GT4 RS e também do 911 GT3 RS. Tem montagem longitudinal e disposição central-traseira. São 500 cv de potência a altos e altivos 8,4 mil giros, e 45,9 kgfm de torque alcançados só a 6.750 rpm. Fica claro que o Spyder RS clama o tempo todo para rodar a giros altos. O câmbio PDK, automatizado de dupla embreagem com sete marchas, completa a diversão com trocas muito rápidas e precisas, que podem ser feitas por borboletas atrás do volante. Como já se esperaria, há vetorização eletrônica de torque entre as rodas traseiras e bloqueio mecânico de diferencial, tudo para otimizar o desempenho sem desperdícios. A partida do motor, como de tradição, é do lado esquerdo Divulgação Sob o capô dianteiro, há um pequeno bagageiro de 120 litros para acomodar mochilas. Lá atrás, quem tiver disposição de rebater a capota manualmente poderá acessar um porta-malas não muito maior, de 245 litros. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Por dentro, o acabamento cheio de suede serve muito mais para ajudar nas corridas do que para aumentar a sensação de luxo. As costuras pespontadas em tom vermelho, o mesmo da faixa central dos bancos concha, aumentam o toque de esportividade. Acessar o baixo habitáculo do Spyder RS demanda certa flexibilidade corporal e paciência, mesmo para alguém com apenas 1,70 m de altura, como eu. Maçanetas internas por alças de tecido e outros componentes em plástico com fibra de carbono aliviam ainda mais peso. E se você pressionar a peça de acabamento logo acima do porta-luvas, um porta-copos escamoteável surge no painel. O que mais surpreende, contudo, é o acendedor de cigarros no console central. Freios são a disco de carbono-cerâmica Divulgação A central multimídia é muito mais simples que a de qualquer carro de luxo, mas quem se importa? Há Android Auto e Apple CarPlay por cabo e sistema de som Bose. No quadro de instrumentos analógico com um pequeno computador de bordo digital à direita – de novo: em um carro desses, quem se importa? –, o protagonismo é todo do conta-giros, destacado ao centro. É uma solução típica dos bólidos de corrida e comprova que estamos no habitat certo com 718 Spyder RS. Initial plugin text Hora de acelerar o Porsche 718 Spyder RS Giro a chave em forma de Porsche encaixada na ignição, que fica à esquerda do volante, como já é de costume em qualquer modelo da marca. O ronco do seis-cilindros boxer desperta nas duas robustas saídas de escape. É... Vai deixar saudades. A manopla de câmbio até parece manual, mas serve apenas para tirar do modo P e colocar no D. Desligo o controle de tração para aumentar a sensibilidade do veículo e sigo em frente. Saio dos boxes com o 718 Spyder RS rumo ao traçado do Vellocita e percebo que o volante é grande para um esportivo, e sem base achatada. Mas a empunhadura é perfeita e o acabamento em suede impede que a mão escorregue, mesmo quando suada. A faixa amarela no topo do aro ajuda a entender o quanto estou esterçando o conversível, e aí percebo como a direção é direta e pouquíssimo desmultiplicada. Basta virar e o carro aponta, como se eu fosse um regente ao comando da sonata – e a orquestra respondesse imediatamente. Acabamento, com suede, remete ao luxo Divulgação Vou ganhando velocidade e o ronco traduz, como alguém de muito fôlego que expele o ar por longos segundos, o quanto de elasticidade temos no motor. Contorno as curvas com certa velocidade e a suspensão se mostra rígida, mas não tanto. Há ali certa dose de permissividade às inclinações laterais, como que para manter o mínimo de conforto no uso em vias comuns. Alcanço a reta principal. Pé no fundo do acelerador! O ronco sobe como se a orquestra estivesse acompanhando o clímax de uma cena de ação. As trocas da caixa PDK fazem o ruído ficar ainda mais borbulhante e instigante. Alcanço 8,5 mil rpm a cerca de 200 km/h e, com as pupilas dilatadas e a adrenalina lá em cima, cravo o pé esquerdo no freio. Os discos microperfurados de carbono-cerâmica são muito eficientes logo no primeiro estágio e não dão qualquer sinal de fade ou superaquecimento. Isso que é diversão! E assim vou por mais algumas voltas. Termino a experiência extasiado e um pouco nostálgico. Nada tenho contra os carros elétricos, muito pelo contrário. Mas nenhum elétrico vai me proporcionar isto aqui. Quer dizer, esportivos elétricos podem até ter acelerações muito mais brutais e a mesma dinâmica em curvas. Mas não têm a experiência do ronco. Esta, só um esportivo com motor aspirado e girador pode proporcionar. Obrigado, Porsche 718 Spyder RS. Quem sabe a gente não se encontra numa próxima sessão. Ficha técnica – Porsche 718 Spyder RS 2024 Mais Lidas
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October 24, 2024 at 8:00 PM
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Novo Mini John Cooper Works Countryman 2025 chega ao Brasil; veja o preço
Renovado, crossover ficou maior e traz 2.0 que rende 317 cv e 0 a 100 km/h em 5,6 segundos; modelo é o mais veloz da marca à venda no país A Mini anunciou a chegada do John Cooper Works Countryman ALL4 2025 ao mercado brasileiro. Renovado, o crossover ficou mais potente e com dimensões avantajadas que o colocam como o maior modelo de produção da história da marca, que pertence ao BMW Group. O preço? R$ 379.990. O novo Mini John Cooper Works Countryman tem como destaque o motor 2.0 quatro-cilindros que rende 317 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. Em conjunto, vem a transmissão Steptronic de dupla embreagem e sete velocidades e tração integral. 2.0 quatro-cilindros do esportivo rende 317 cv de potência Divulgação A versão apimentada do SUV da Mini tem bom coeficiente de arrasto (de 0,26) e vai de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos. A velocidade máxima é de 250 km/h. Tais números fazem com que o modelo seja o mais veloz da marca à venda no Brasil. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. O Mini JCW Countryman ALL4 2025 também carrega outros superlativos. Ficou, por exemplo, maior. Ganhou 13,6 centímetros em comprimento, 8,4 cm em altura e tem 55 litros a mais no porta-malas em comparação ao predecessor. Agora, o compartimento tem capacidade para 505 litros. Vale reforçar que este é o modelo de maiores dimensões da história da Mini. Tem 4,43 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,65 m de altura e 2,69 m de entre-eixos. Teste: Novo Mini Cooper SE honra a tradição britânica, mesmo sendo chinês Os números se traduzem em bom espaço interno para condutor e ocupantes. Além disso, a já tradicional tela arredondada dos Mini faz vezes de quadro de instrumentos e central multimídia. Tem tecnologia OLED e 240 mm de diâmetro, além de conectividade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto. Tela arredondada faz vezes de painel de instrumentos e central multimídia Divulgação Entre os equipamentos, o motorista tem à disposição head-up display. No habitáculo, há ainda sistema de som que é uma cortesia da Harman Kardon, com 12 alto-falantes e 365 watts de potência. Para fechar a lista de equipamentos, o Mini John Cooper Works ALL4 2025 tem dois sensores ultrassônicos e quatro câmeras de visão surround. Estes dão suporte aos sistemas de assistência ao condutor, que incluem assistente de manutenção de faixa, detecção de ponto cego, prevenção de colisões, controle de direção longitudinal e lateral, câmera traseira, controle de cruzeiro, visualização 360°, entre outros. O novo SUV esportivo da Mini está disponível em 10 cores (cinza melting, vermelho chili, verde british, preto midnight, branco nanuq, azul slate, azul blazing, azul sunset, cinza legend e verde smokey). Temos ainda opções de teto vermelho com faixas vermelhas ou preto com faixas pretas. No interior, o revestimento vem sempre em preto com detalhes em vermelho. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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October 25, 2024 at 10:05 PM
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Big news! May 22, 2025, SUPER NINTENDO WORLD, one of five immersive worlds at Universal Epic Universe theme park, officially opens at Universal Orlando Resort.
October 18, 2024 at 4:28 PM
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Zelda 🌟✨
#echoesofwisdom
July 11, 2024 at 9:00 PM
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Choveu um pouquinho aqui em Sao Paulo.
Shopping SP Market 👇🏼
October 11, 2024 at 11:57 PM
A numa boa: VTNC 😪 Ja não basta as guerras que estão acontecendo nos outros paises, o furacão Milton nos EUA, o calor desgraçado em alguns dias, e agora é só ter uma chuva normal em SP que a energia elétrica de quase tudo para… Que porra!!!
October 12, 2024 at 12:08 AM
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Learn more: ninten.do/6011mxiht

Nintendo Sound Clock: Alarmo is available online at My Nintendo Store and in person @NintendoNYC, and will become available at retailers in early 2025.
Nintendo Sound Clock Alarmo™ - Nintendo Official Site
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ninten.do
October 9, 2024 at 4:52 PM
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Acervo secreto tem carros do 007, 1° Land Rover e Jaguar de R$ 9 milhões
Autoesporte conheceu o showroom de modelos históricos da JLR; alguns estão à venda Uma marca de carros que vende modelos antigos não é algo que se vê todos os dias. Autoesporte foi a Coventry (Reino Unido), para visitar uma das concessionárias mais legais do planeta: a JLR Classics. Trata-se de um projeto da Jaguar Land Rover para manter vivo o legado de sua história. A sede da JLR Classics realmente lembra uma concessionária. Ao chegar no local, há um balcão de atendimento, espaços com poltronas, escritórios e venda de merchandising. Mas basta olhar ao redor para notar que este showroom é bem diferenciado. Só modelos antigos das marcas britânicas estão em exibição — com exceção ao novo Defender, que é o único carro contemporâneo à vista. Alguns dos icônicos modelos do grupo "escondidos" no JLR Classics Nick Dimbleby/Autoesporte Ao fundo, há um grande complexo para montagem e restauração de carros, com mais de 50 bases de trabalho. Ali nasce o Land Rover Defender Classic Works, sempre com motor V8. Por fim, o pavilhão ainda tem outro acervo escondido, fora da área de visitação. Este é conservado com menos glamour, mas é cheio de modelos tão interessantes quanto. Mike Bishop, à minha esquerda, é o curador do acervo da JLR Nick Dimbleby/Autoesporte O australiano Michael Bishop nos guiou por um tour. Nos últimos 25 anos, ele rastreou veículos clássicos da JLR no Reino Unido. Hoje, é responsável pelo setor de vendas e curador do belo acervo de modelos históricos. Isso lhe rendeu o apelido “Mr. Land Rover”. Jaguar do Noel Gallagher Jaguar MK II autoesporte Começamos o tour pelo showroom de clássicos, que é aberto à visitação. O mais legal é que vários destes modelos realmente estão à venda, como o Jaguar MK II conversível de 1967 que pertenceu ao músico Noel Gallagher, da banda Oasis. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Initial plugin text Por seu valor histórico e a exclusividade, este Jag custa 99 mil libras esterlinas (R$ 712 mil em conversão direta). Além do fato de ter pertencido a Noel, por mais que o artista não tenha carteira de habilitação no Reino Unido, o MK II marcou presença no clipe “Flying On The Ground”. Essa versão conversível também é raríssima, pois o modelo saiu de fábrica com teto rígido. O D-Type mais caro do mundo Jaguar D-Type pertenceu a uma famosa casa de leilões Cauê Lira/Autoesporte O veículo mais caro da coleção é o Jaguar D-Type, que já esteve na posse da famosa casa de leilões RM Sotheby's. Somente 25 unidades foram produzidas de forma artesanal para competições locais, em meados de 1955. Você pode levá-lo para casa por 1,2 milhão de libras (quase R$ 9 milhões em conversão). Outra curiosidade sobre este D-Type é que o modelo recebeu uma licença especial e pode circular nas ruas como qualquer automóvel. Quando foi apresentado, nos anos 1950, tratava-se de um veículo de uso exclusivo para as pistas de corrida. O primeiro Land Rover Series 1: chassi n°7 foi encontrado recentemente; é o Defender mais antigo que se tem registro Nick Dimbleby/Autoesporte Ao fundo, fora da área de exibição pública, a JLR esconde outros carros de cair o queixo, como o Land Rover Série 1, de 1948. Trata-se do chassi n° 07, o mais antigo de que se tem registro. Os seis modelos anteriores foram destruídos. Bishop conta que estava num restaurante tailandês aguardando ser atendido quando um membro de sua equipe telefonou: “Você não vai acreditar, mas encontramos o n° 07”. Suas pernas tremeram. O veículo estava abaixo de seu nariz durante todo este tempo, abandonado no jardim de uma casa antiga no centro da Inglaterra. Último Defender produzido na Inglaterra tem a mesma cor do n°7 Cauê Lira/Autoesporte As primeiras fotos chegaram pelo WhatsApp — e Bishop teve ainda mais certeza de que se tratava do n° 07. O modelo tem partes azuis na carroceria, pois já havia sido pintado décadas atrás. Essa informação foi determinante para rastreá-lo, explica o executivo. Fato interessante é que a Land Rover removeu parte de uma fita de borracha que prende o arco de roda ao para-choque do Série 1 n° 07. Ela foi colocada no mesmo lugar, mas no último Defender, produzido no dia 29 de janeiro de 2016. Assim, fechouu o ciclo histórico com uma peça compartilhada entre seu veículo mais antigo e o mais recente. Carros do James Bond Range Rover e novo Defender foram usados no filme "007 - Sem Tempo Para Morrer" Cauê Lira/Autoesporte A coleção secreta também inclui carros que foram usados nos filmes mais recentes da saga de James Bond, protagonizada por Daniel Craig. Isso inclui os Defenders e Range Rovers dos vilões no longa “007 - Sem Tempo para Morrer (2021)". Nas telonas, os carros aparecem voando em uma cena de perseguição. Isso explica a dianteira totalmente amassada dos modelos do acervo. Inclusive, vale lembrar que o longa foi filmado em 2020, mesmo ano em que as primeiras unidades da nova geração do jipão apareceram. Neste mesmo filme, há uma cena em que um Range Rover 1993 bate no Aston Martin DB5 do nosso espião favorito. Este modelo também foi parar no acervo da marca. “Celebramos a história do novo Defender neste último filme do James Bond, mas fiz questão que modelos mais antigos tivessem espaço”, orgulha-se Bishop. Serviço Acervo secreto da JLR Classics ao fundo da oficina autoesporte A JLR Classic Works está aberta para visitação do público na Rua Imperial Road, CV8 3LF, em Coventry. Funciona de segunda a quinta, das 9h às 17h, e às sextas, das 9h às 15h30. O desafio é encaixar este programa num roteiro pelo Reino Unido, pois o local está a quase duas horas de Londres. JLR Classics Endereço: Imperial Road, CV8 3LF, Coventry (Inglaterra) Horário de funcionamento: de segunda a quinta, das 9h às 17h, e às sextas, das 9h às 15h30 Preço: entrada gratuita (oficina e acervo secreto não são abertos ao público) Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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October 6, 2024 at 9:00 AM
Reposted by rocpjunior
Porsche 911 raro e outros clássicos são leiloados por cifras milionárias
Leilão de Goodwood reuniu modelos icônicos de Porsche, Bentley, Aston Martin e Alfa Romeo Desde 1993, o Festival de Goodwood acontece anualmente na Inglaterra. O evento de carros clássicos reúne exposições e até leilões de veículos icônicos, bem como itens marcantes do automobilismo mundial. Autoesporte esteve presente durante o leilão de 2024, organizado pela casa Bonhams, onde dez carros foram arrematados por mais de um milhão de reais. Na lista, há modelos de Porsche, Aston Martin, Bentley e Alfa Romeo. A arrecadação desses veículos totaliza R$ 20,5 milhões na conversão direta. No entanto, o grande destaque da noite foi um Porsche 911 993 Last Waltz (ou "Última Valsa" na tradução). A explicação é que este carro alemão não é qualquer unidade e, sim, a última com motor refrigerado a ar que saiu da fábrica de Zuffenhaussen (Alemanha) em março de 1998. Porsche 911 Turbo (993) foi a última unidade a sair da linha de produção antes da troca de geração Divulgação O esportivo cupê de 1998 foi arrematado por 540 mil libras. Com taxas e impostos o valor final ficou em nada menos que 614.300 libras (quase R$ 4,5 milhões na conversão direta). Na cor azul Ocean, o Porsche 911 Turbo tem apenas 11.029 km no hodômetro e é equipado com o motor 3.6 de 450 cv — mesma potência do Turbo S à época, por exemplo. Pedido especial do comprador... Porsche 911 993 tem interior escurecido com detalhes em azul Divulgação Esse exemplar em questão foi encomendado por um famoso autor alemão chamado Clauss Vanderborg e tem algumas particularidades, como seis meses de estadia no departamento de personalização da Porsche para ostensiva modificações. As pinças dos freios Brembo, por exemplo, têm acabamento na cor azul, assim como o interior que foi revestido de couro no mesmo tom. Além disso, há uma placa de metal com a inscrição “In memoriam Prof. Ferry Porsche”, nada menos que o designer automotivo da família Porsche, de quem Clauss era amigo. Vanderborg, no entanto, vendeu o carro menos de um ano depois de comprá-lo. O Porsche foi para no Japão por onde ficou durante 16 anos. Vanderborg vendeu. Em 2015, o Last Waltz foi comprado por uma concessionária na Bélgica e o carro percorreu a Europa inteira durante dois anos em exibições. O 911 foi vendido mais uma vez e o dono seguinte residia no Reino Unido. O último proprietário era um entusiasta belga. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Alfa Romeo 8C 1932 do leilão é uma réplica perfeita (e cara) do modelo clássico Divulgação Outros modelos O leilão de Goodwood ainda foi palco de outros modelos icônicos. O segundo carro com o maior valor de arrecadação foi o Alfa Romeo 8C 2300 Corto Spider, de 1932. O exemplar, na verdade, é uma réplica de alta qualidade feita por especialistas ingleses. Segundo a casa de leilões Bonhams, foram mais de 750 mil libras (quase R$ 5,5 milhões!) gastas em mão de obra e peças exclusivas. O modelo, aliás, é equipado com um motor de oito cilindro em linha (isso mesmo!) de 2.9 litros que foi totalmente restaurado em 2016. Porsche 911 Turbo SE Flat Nose 1986 foi vendido por mais de R$ 1 milhão Reprodução/Bohams Agora, há também modelos dos anos 80, com aquele clássico design mais esportivo como o Porsche 911 Turbo SE Flat Nose 1986. Este foi arrematado por 178.250 libras, ou seja, pouco mais de R$ 1,3 milhão. O esportivo é equipado com motor 3.3 turbo com mais de 300 cv. Tem interior revestido de couro, vidros elétricos e ar-condicionado. A lista do leilão também inclui outros modelos como um Aston Martin DB6 Vantage de 1970 arrematado por 207 mil libras (R$ 1,5 milhão), um AC Roadster vendido por 230 mil libras (R$ 1,6 milhão) e um dos mais baratos, um Porsche 911 930 com o lance final de 178 mil libras (R$ 1,3 milhão). Bentley DB6 de 1970 estava na lista de modelos arrematados por mais de R$ 1 milhão Divulgação Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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September 10, 2024 at 9:00 AM
Obrigado Deus por estar vivo pra ver a continuação da Dublagem Brasileira de Naruto Shippuden. 🥹Desde 2020 que foi quando eu assisti por completo as 5 temporadas disponíveis com dublagem, e também quando viralizou o video do Wendell Bezerra e do Ei Nerd falando da dublagem do Shippuden
October 1, 2024 at 7:19 AM