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Algodão: Cearense investe R$ 265 milhões em fábrica no Mato Grosso
Cearense de Icó, o agroindustrial Décio Barreto Júnior construiu na cidade de Nova Mutum, no Mato Grosso (MT), a maior e mais moderna fábrica de óleo de algodão do país, com investimento de R$ 265 milhões. Sua empresa, a Icofort Industrial S/A, com unidades em Juazeiro e Luiz Eduardo Magalhães, ambas na Bahia, recebeu todo o apoio do governo e da Federação das Indústrias mato-grossenses, que consideraram o empreendimento “uma grande conquista” para o setor industrial do estado. Décio Júnior participa do 14º Congresso Brasileiro do Algodão, que se realiza de hoje até quinta-feira, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. A nova fábrica da Icofort será inaugurada no próximo mês de novembro e marcará um novo recorde no plano de expansão da empresa: instalada em área total de 259.084 m² com uma área construída de 45.136m², a unidade industrial terá capacidade anual de produção de 216 mil toneladas de caroço de algodão e 108 mil toneladas de refino de óleo bruto de algodão.  Essa nova expansão consolidará a empresa como a maior do setor no país, com uma capacidade anual total de 375 mil toneladas de esmagamento de caroço de algodão e 170 mil toneladas de refino de óleo bruto de algodão. A nova planta empregará 150 funcionários, reforçando sua presença no Centro-Oeste do país. No site da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), informa-se que, “com a próxima inauguração de sua nova planta industrial em Mato Grosso, a Icofort, que atualmente tem produção no Nordeste, solidificará sua posição de liderança no mercado nacional”. Mato Grosso, o maior produtor de algodão do país, agora, com a ajuda de um empresário cearense, “fortalece ainda mais sua cadeia produtiva com a instalação dessa gigante da indústria!”, como acentua o site da FIEMT. A nova planta, além de processar o caroço de algodão produzido localmente, também adquirirá óleo bruto de fornecedores do Mato Grosso, garantindo o atendimento da crescente demanda nacional por óleo vegetal refinado. A FIEMT apoiou junto ao Conselho de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Condeprodemat) a aprovação do diferimento do ICMS em favor da Icofort. Trata-se de um incentivo fiscal que estimula o desenvolvimento da indústria estadual e cria novas oportunidades para produtores e fornecedores que investem no Mato Grosso. Para o presidente da Fiemt, Silvio Rangel, essa iniciativa consolida o Mato Grosso como um polo estratégico para a agroindústria e promove o crescimento econômico sustentável na região.  “A Fiemt reafirma seu compromisso com o desenvolvimento industrial de Mato Grosso, contribuindo para a geração de empregos e o fortalecimento da economia local. A nova fábrica da Icofort em Nova Mutum é um marco importante nesse processo, destacando nosso estado na produção industrial”, afirma Rangel. Sílvio Carlos Ribeiro, secretário Executivo do Agronegócio da SDE – Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Governo do Ceará – disse à coluna que, apesar de o investimento de Décio Júnior ter sido em Mato Grosso, “onde está a matéria prima e a logística de transporte para o escoamento da produção, ele nos orgulha muito por ser um empreendimento de um cearense”.  A mesma opinião tem o titular da SDE, Salmito Filho, para quem a Icofort é um bom exemplo do que é capaz o cearense, tanto na sua terra natal quanto em outras paragens.  Por sua vez, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec), Amílcar Silveira, falou do espírito empreendedor de Décio Júnior, considerando-o “um destemido e corajoso agroindustrial que nos honra a todos que trabalhamos no agro”. Para o presidente da Faec, a Icofort é “uma amostra perfeita, pronta e acabada da inteligência e da capacidade do empresário cearense, que enfrenta e supera todas as dificuldades”. Amílcar Silveira acrescentou que Décio Bareto Júnior é hoje uma referência no mundo do agro brasileiro pelo que vem fazendo, agregando valor ao caroço de algodão, transformando-o em óleo para consumo humano e ração para o consumo animal. A Icofort é uma grande empresa do agronegócio brasileiro, com ampla atuação na cadeia do algodão, originando, processando, comercializando e distribuindo seus produtos – óleos vegetais, margarinas, gorduras, ração animal e biodiesel – para diversos segmentos de mercado. Fundada em 1964, inicialmente atuando no setor de rações animais, a empresa expandiu suas operações para a extração e o refino de óleo de algodão. Em 2018, a Icofort deu um passo significativo na estratégia de sua expansão ao iniciar atividades no segmento de margarinas e gorduras. Com unidades produtivas estrategicamente localizadas nas cidades baianas de Luís Eduardo Magalhães e Juazeiro, a empresa de Décio Jùnior destaca-se pela nossa capacidade de inovar e de adaptar-se às demandas do mercado. Falando à coluna, Décio Júnior disse: "Nós estamos na vanguarda do agronegócio, portanto, vejo um futuro brilhante para a nossa empresa e para as pessoas que fazem parte do nosso time”, com disse à coluna Décio Júnior, sócio majoritário e CEO da Icofort. Além da nossa atuação econômica, demonstramos um forte compromisso com a responsabilidade social. Apoiamos a Fundação Menino Jesus, em Icó (CE), e o Lar Feliz, em Juazeiro (BA), destinando-lhes mais de R$ 600 mil nos últimos dois anos. Recentemente, doamos um Centro de Capacitação ao Lar Feliz, visando transformar a vida de jovens em situação de vulnerabilidade social no Vale do São Francisco. CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO COMEÇA HOJE Abre-se hoje, às 8H30, no Centro de Eventos do Ceará, o 14º Congresso Brasileiro do Algodão, maior reunião do universo da cadeia produtiva algodoeira do país. O congresso reúne os maiores produtores e os maiores exportadores brasileiros de algodão e os maiores importadores do mundo, que vieram de 29 países das Américas, da Europa, da Ásia e da Oceania.  Coincidindo com o Congresso Brasileiro do Algodão, o Governo do Ceará, em parceria com as federações da Agricultura (Faec) e das Indústrias (Fiec), promoverão amanhã, às 7 horas, na sede da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, que se localiza no Pavilhão Leste do Centro de Eventos, um café da manhã com 100 grandes produtores brasileiros de algodão aos quais apresentarão o “Projeto Algodão do Ceará”. O objetivo do projeto é devolver o Ceará ao protagonismo da cotonicultura brasileira que ele teve nos anos 50, 60 e 70 do século passado, quando foi o segundo maior pdodutor de algodão do país. Naquela época, o algodão era chamado de “ouro branco”. Ontem, numa reunião de empresários do agro cearense, um deles comentou sobre o “Projeto Algodão do Ceará”, dizendo o seguinte: “Se ao menos um dos 100 grandes produtores brasileiros de algodão decidir investir na produção algodoeira no Ceará, esse projeto terá êxito”. Hoje, o Ceará produz algodão com alta tecnologia em uma área piloto de pouco mais de 2 mil hectares, na chapada do Apodi, no Leste do Estado, obtendo uma produtividade semelhante à do Mato Grosso e à da Bahia. Essa área será ampliada no próximo ano. A Embrapa presta assistência técnica e científica ao empreendimento que é tocado pela Fazenda Nova Agro, uma empresa do agroindustrial Raimundo Delfino Neto.  O Governo do Ceará, a Faec e a Fiec querem, com o apoio da Embrapa e com investimentos em tecnologia, estender a produção algodão para a região do Cariri, no Sul do estado, em cujo sub solo há um oceano de água doce, e também para o Sertão Central, onde a produção será feita em sequeiro (com água da chuva).           [render name="Leia, também" contentId="1.3553271"]
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September 3, 2024 at 7:27 AM
Bandeira vermelha deixará alimentos mais caros no Ceará ainda neste mês; veja o que pode subir
Desde o último domingo (1º) que as contas de luz no Brasil estão sob a bandeira vermelha patamar 2. A energia elétrica está mais cara neste mês de setembro, com um aumento de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Com isso, os setores da economia já projetam um aumento de preço de produtos repassados ao consumidor final. [render name="Leia Mais Energia" contentId="1.3553145"] O economista Alex Araújo afirma que esse tipo de aumento de valores nas contas de energia, por conta da sistemática de bandeiras, afeta os consumidores domésticos e pequenos consumidores empresariais. Isso porque os grandes consumidores empresariais adquirem a energia no mercado livre. "Dessa forma, o impacto tende a ser maior no orçamento familiar". Sobre os efeitos dessa medida na inflação, ele explica que como a maioria dos indicadores de inflação se concentram na inflação ao consumidor, o impacto será sentido diretamente. Araújo também reforça que conforme a Pesquisa de Orçamento Familiar, do IBGE, 16,3% do orçamento das famílias cearenses estão comprometidos com serviços de utilidade pública, tendo a energia elétrica o maior peso. "Os mais afetados serão os mais pobres, que possuem o orçamento com mais limitadores e não têm alternativas para reduzir o consumo por possuírem poucos equipamentos elétricos que possam ser desligados ou recursos para ter equipamentos de autogeração de energia", comenta. Alimentos serão afetados  A produção de alimentos também deve ser impactada com essa nova bandeira de energia. Segundo o analista de mercado das Centrais de Abastecimento do Ceará (Ceasa), Odálio Girão, o impacto maior deve ser no setor de grãos, por conta do uso contínuo de energia na produção. Ele cita como exemplos a soja, o milho, o arroz e o feijão, que são produtos que precisam de irrigação. "Esses produtos vão sentir o impacto quase de imediato, já no final deste mês". "Mercado absorve muito bem (a produção) no segundo semestre e vamos ter uma boa produção, mas os custos operacionais devem afetar diretamente o produtor e, consequentemente, o consumidor", considera. Na fruticultura, o impacto deve se dar mais no processo de embalamento. Girão comenta que o setor de Packing House (do inglês, casa de empacotamento) sendo o local onde o produto recebe o beneficiamento, classificação, embalagem, tem grande influência e precisa de energia elétrica. "E quanto mais esse recurso for exigido, mais custo deverá ser repassado ao consumidor final", completa Odálio Girão. [render name="Criação de gado no Ceará" contentId="1.3553193"] Anna Fercher, head de customer success e insights da Neogrid, pontua que a alta na conta de luz tem impacto sobretudo na soja, base alimentar de boa parte da pecuária brasileira, como bovinos, suínos e aves. Com isso, a tendência é de encarecimento, sobretudo a partir de outubro, nas proteínas animais que compõem a alimentação dos brasileiros. [citacao tipo="aspas" autor="Anna Fercher" descricao="Head de Costumer Successo e insights da Neogrid" ]O setor pecuário como um todo sofre impacto não só por conta do custo da produção, mas também por conta do valor da soja, principal insumo alimentício dessa categoria. Uma vez o preço da soja subindo, que a gente vê que já vem subindo, a tendência é de que isso seja repassado para a pecuária.[/citacao] A reação em cadeia, pelo menos inicialmente, não deve impactar no bolso do consumidor na hora de fazer as compras. Anna Fercher acredita que o abastecimento dos estoques deve passar por um processo de encarecimento gradual, quando eles passarem por reposições ao longo das semanas. Assim como a pecuária, a alta na conta de energia deve ser sentida em demais produtos em outubro. "A princípio, esse impacto não tende a ser tão alto porque os canais já estão abastecidos. O impacto maior provavelmente virá no próximo trimestre, que é quando as redes vão estar reabastecendo as gôndolas. A tendência é de que sim, não só em alimentos, mas em produtos de limpeza e proteínas, o preço se eleve até chegar numa estabilidade", avalia. Efeitos em toda a cadeia do leite  O presidente do Sindilaticínios, José Antunes Mota, reforça que o aumento da energia elétrica "impacta toda a cadeia dos laticínios": "como trabalhamos com produtos perecíveis, o aumento será repassado de imediato para o consumidor". Mota enumera os processos da cadeia dos laticínios que tem a energia elétrica como base. São eles os irrigadores para o pasto do gado, refrigeração por meio do tanque de leite e câmaras de refrigeração da indústria. Além disso, ele lembra que os mercados, para vender os produtos, também serão impactados com o aumento do preço da energia. [render name="Iogurtes" contentId="1.3553143"] "Ataca a cadeia toda, desde o produtor até o supermercado. Já vamos fazer as contas dos custos com a nova bandeira. E quem vai sofrer é o consumidor que ou paga mais, ou leva menos produto". Comércio vem buscando alternativas, como energia solar Conforme o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Assis Cavalcante, todos os lojistas sentem os aumentos na conta de energia, mas os pequenos são os mais impactados. Além disso, ele lembra que os comércios que lidam com alimentos refrigerados, como os supermercados, tendem a ser mais impactados. "O lojista ele acaba sentindo esse aumento e tendo que repassar esse novo custo para o consumidor. Quando acontece esse repasse é comum que o consumo caia um pouco, mas logo se ajusta. É natural". Assis comenta que, atentos aos custos dos serviços essenciais, muitos comerciantes estão aderindo ao uso de placas solares para reduzir a conta de energia e não ser tão impactado pelas mudanças do governo federal, como no caso das bandeiras. [render name="Painéis solares em residências de Fortaleza" contentId="1.3553194"] "Sempre orientamos o uso racional desses bens finitos e mostramos alternativas que estão sendo usadas por outros associados, como a energia solar". Ele acredita que a partir do pagamento das novas faturas de energia os valores dessa nova bandeira já comecem a ser repassados em produtos e serviços. "Com certeza será a população de baixa renda, com o orçamento limitado, que sentirá mais essa dificuldade". A reportagem do Diário do Nordeste procurou a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Sindialimentos e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec), mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. Entenda melhor esse aumento A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou a bandeira vermelha patamar 2 em meio à redução no nível de água dos reservatórios brasileiros. Conforme a Aneel, esta é a primeira vez em cerca de três anos que esta bandeira é acionada. A última vez tinha sido em agosto de 2021.  "Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024 com bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto", detalhou a Agência.  O aumento no valor da energia ocorre devido à seca no Brasil e a previsão de chuvas abaixo da média em setembro. A expectativa é "de afluência nos reservatórios das hidrelétricas do país (em cerca de 50% abaixo da média)", diz a Aneel. O que são as bandeiras tarifárias? Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.  [render name="Conta de energia" contentId="1.3333362"] Bandeira verde: condições favoráveis. Sem acréscimo no preço da conta de luz; Bandeira amarela: condições menos favoráveis. Acréscimo de R$ 1,88 na conta de luz a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido; Bandeira vermelha - Patamar 1: condições menos favoráveis ainda de geração. Acréscimo de R$ 4,46 na conta de luz a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido; Bandeira vermelha - Patamar 2: condições muito mais desfavoráveis de geração. Acréscimo de R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido; Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.
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September 3, 2024 at 1:16 AM
Grupo Mateus esclarece rumores sobre compra de ações do Assaí Atacadista
O Grupo Mateus divulgou comunicado aos acionistas nesta segunda-feira (2) onde nega "qualquer negociação ou tratativa" para adquirir ações do Assaí Atacadista, um dos principais concorrentes da empresa maranhense no varejo alimentício nacional. Neste domingo (1º), Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, afirmou em coluna que o banco Itaú e a corretora XP Investimentos estariam preparando uma oferta do Grupo Mateus para os acionistas do Assaí para o controle da companhia atacadista. Por meio da central de relacionamento com os investidores, a empresa maranhense negou que estaria interessada em comprar ações da concorrente, e esclareceu que o foco das expansões da companhia está concentrada nas regiões Norte e Nordeste. O Assaí tem sede em São Paulo. [render name="Leia Mais" contentId="1.3553227"] "A Companhia permanece focada no seu planejamento estratégico original de expansão na região Nordeste, fomentando a consolidação e o adensamento de rotas nas regiões Norte e Nordeste do país, inclusive considerando as tratativas para estruturação e conclusão da potencial operação com o Novo Atacado Comércio de Alimentos Ltda", disse a empresa. No fim de maio, o Grupo Mateus adquiriu 51% da participação do pernambucano Novo Atacarejo, que à época contava com cerca de 30 lojas entre Paraíba e Pernambuco.  Assaí nega que tenha sido procurado pelo Grupo Mateus Após o assunto vir à tona, o Assaí Atacadista também emitiu comunicado aos acionistas, onde desmente que foi procurado pelo Grupo Mateus para uma possível associação entre as empresas. "(O Assaí) vem a público esclarecer aos acionistas e ao mercado em geral (…) que não recebeu ou foi informado de qualquer oferta do Grupo Mateus pelo controle da Companhia. Em linha com as melhores práticas de governança corporativa, a Companhia manterá seus acionistas e o mercado devidamente informados sobre quaisquer fatos relevantes ou desdobramentos que possam surgir", declarou. Atualmente, a empresa maranhense é a maior rede do Norte e Nordeste brasileiro, segundo dados do ranking da Cielo e da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). O Grupo Mateus, em 2023, teve faturamento de R$ 25,3 bilhões, assumindo a 7ª posição nacional de maiores companhias do setor varejista. No setor supermercadista, o Mateus está atrás somente do Grupo Carrefour Brasil e do próprio Assaí, primeira e segunda maiores empresas varejistas do Brasil, respectivamente.  Segundo dados do fim de agosto, o grupo maranhense tinha 450 lojas abertas no Nordeste, com exceção do Rio Grande do Norte, e no Pará. Desse total, 268 são de varejo (88 de atacarejo, 76 de varejo e 104 de eletro) e 182 de conveniência. Neste mês de setembro, está prevista a inauguração do segundo Mix Mateus em Fortaleza, no bairro José Walter. No local, deve funcionar ainda a sede administrativa do grupo no Ceará.
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September 2, 2024 at 11:02 PM
Governo pode taxar 'big techs' para fechar orçamento de 2025; entenda
O Ministério da Fazenda disse nesta segunda-feira (2) que poderá propor que grandes empresas de tecnologia, as chamadas "big techs", sejam taxadas como uma alternativa para fechar conta orçamentárias de 2025. Segundo secretário-executivo Dario Durigan, um Projeto de Lei sobre o tema deve ser apresentado após o prazo para o acordo sobre desoneração, que vence em 11 de setembro. Isso pode afetar grandes empresas como Apple, Google e Microsoft.  Em entrevista coletiva para detalhar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025, ele sinalizou que o desenho vai depender da forma como as medidas de compensação da folha serão aprovadas.  [render name="Leia também" contentId="1.3553199"] Multinacionais  O Governo Federal pode ainda propor a tributação global mínima de 15% para empresas que são multinacionais, mesmo que não sejam big techs.  “Essas duas discussões [big techs e multinacionais] estão bem segmentadas no nível internacional. São discussões que a gente tem acompanhado na OCDE. Aprovando CSLL e JCP, mais essas medidas que serão apresentadas oportunamente, a gente consegue fazer a compensação [da folha de pagamentos]” disse Dario Durigan. Durigan reiterou que essas propostas só serão levadas adiante caso ocorram "frustrações de receitas".
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September 2, 2024 at 10:05 PM
O que é o 'Pix dos Investimentos' e quais as vantagens da modalidade?
Os investidores brasileiros terão mais facilidade para realizar a portabilidade de aplicações financeiras. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou duas normas que regulamentam a transferência de investimentos, apelidada de 'Pix de investimentos'. A funcionalidade estará disponível em 1º de julho de 2025 e faz parte da agenda da CVM de modernizar o sistema de Mercado de Capitais e empoderar os investimentos. O período de dez meses é destinado para que instituições financeiras adaptem seus sistemas internos às mudanças. Os investidores poderão pedir a portabilidade dos investimentos nas instituições de origem e destino das aplicações ou junto ao depositário central (Bolsa de Valores). Haverá uma interface digital para a solicitar a mudança. Com a mudança, os investidores não precisarão mais preencher formulários físicos ou reconhecer assinaturas em cartórios para realizar a transferência - a não ser que prefiram essa forma de solicitação. O processo será patronizado para todas as instituições.  A transferência deve ser gratuita e rápida, o que levou à comparação com o Pix. Os prazos variam conforme o ativo. Para as ações, por exemplo, o limite é de dois dias. Veja os prazos máximos, contados a partir da data de solicitação: valores mobiliários: dois dias úteis  contratos derivativos em mercado de bolsa: dois dias úteis contratos derivativos em mercado de valores mobiliários: cinco dias úteis COE, LIG, LF: dois dias úteis cotas de fundo de investimento: nove dias úteis demais valores mobiliários: cinco dias úteis A funcionalidade deve facilitar significativamente a transferência, que é bastante burocrática atualmente, avalia Érico Veras, o pesquisador de Finanças Comportamentais Érico Veras.  “A regra de portabilidade já existe, só que é burocrática, mas dá um pouco de trabalho, precisa preencher alguns formulários. O que a medida traz é permitir fazer isso de forma digital e fácil”, explica. [render name="Leia mais" contentId="1.3551489"] O especialista reforça que a portabilidade facilitada valerá para ações, debentures, CRIs, CRAs, ETFs, contas de fundo imobiliário, mas pode não estar disponível para os ativos financeiros mais complexos.  TRANSPARÊNCIA AOS INVESTIDORES A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) avalia que as mudanças vão garantir transparência aos investidores e auxiliar nas tomadas de decisão. As instituições financeiras devem permitir que os clientes acompanhem o andamento do processo em tempo real. O descumprimento das normas previstas pela CVM, inclusive dos prazos de portabilidade, pode ser caracterizado como infração grave. Outra medida que deve facilitar a transparência é a obrigação de que instituições financeiras disponibilizem dados à CVM e entidades autorreguladoras. O objetivo é que bancos e corretoras que apresentem atrasos ou recusas às solicitações sejam identificados.  Além de facilitar os trâmites para os investidores, a portabilidade facilitada também deve estimular a concorrência natural entre instituições financeiras e corretoras, segundo Érico Veras. Veja as principais mudanças instituídas pela CVM: Criação de interface digital padronizada para a solicitação de portabilidade; Possibilidade de solicitar portabilidade na instituição de origem, destino ou junto ao depositário central; Investidor poderá acompanhar o andamento do processo em tempo real; Obrigatoriedade de instituições financeiras disponibilizarem dados quantitativos sobre a portabilidade à CVM e entidades autorreguladoras.
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September 2, 2024 at 9:31 PM
Como é voar entre Campinas e Orlando pela Azul? Veja relato de viagem
A Azul comprova que a aviação ainda pode ser glamourosa e nos apresenta o seu melhor no Aeroporto Internacional de Viracopos em Campinas, maior hub da companhia. Fomos com eles até Orlando, nos Estados Unidos, e experimentamos praticamente tudo que a companhia pode oferecer de melhor ao cliente. Assim, vamos mostrar o porquê voar com a Azul pode ser muito "chique".  [render name="Leia mais" contentId="1.3553024"] O Aeroporto de Campinas já é por si uma boa experiência. É um dos terminais de maior capacidade do Brasil, muito amplo, moderno e, dado que opera longe de sua capacidade máxima, permite mais conforto e agilidade na passagem do raio-x, por exemplo.  Campinas ainda é o quarto aeroporto que mais movimenta passageiros internacionais do País e é no setor internacional onde nossa viagem começa.  Conseguimos fazer o check-in no setor reservado ao passageiro categoria Diamante do programa de fidelidade da companhia, status atingível também através de cartão de crédito da companhia em parceria com banco brasileiro.  Além de dezenas de vantagens, o status (que já traz muito requinte) permite ao passageiro se despreocupar com algo crítico sobretudo para viagens internacionais: o número de bagagens que podem ser despachadas. Poderíamos ter despachado até 3 volumes de bagagens de 23 kg para EUA e Europa. É uma capacidade enorme que dá ao cliente uma grande flexibilidade.  Lounge Azul  Tomamos café da manhã no lounge internacional da Azul. E foi um café da manhã de hotel de ótima categoria. Havia de tudo, desde uma ilha de cafés selecionados, frutas, pães, sanduíches, salgados, queijos. Havia também espaço para bebidas proteicas, sucos, refrigerantes, cervejas e vinhos. Tomamos um café realmente especial. [render name="lounge" contentId="1.3553023"] Ainda, havia espreguiçadeiras, sofás amplos, vários ambientes: nunca havia visto em outro lounge. O cliente poderia ainda utilizar as duchas disponíveis, importante para conexões longas.  Não há melhor forma de aguardar um voo assim, com conforto, conveniência e muita comida gostosa: por isso, digo que a companhia consegue resgatar tempos por dourados da aviação.  Espaço mais Azul  Quando fiz o despacho das malas, descobri que teria acesso ao espaço mais Azul do Airbus 330-900 que nos levaria até Orlando. Assim, tivemos mais espaço entre as pernas, poltronas que reclinavam mais, além de um kit amenidades com meias, máscara para os olhos, lenços umedecidos, escova, pasta de dente e um oportuno cobertor.  Aeronave de fuselagem larga. Que outra forma de voar em grande estilo que em um widebody, aeronave de corredor duplo? E o Airbus 330-900 é das aeronaves mais novas e modernas que voam no Brasil. Alia amplitude com motores silenciosos e muita estabilidade entre os ventos fortes que enfrentamos entre Campinas e Orlando: o avião pouco mexia.  A configuração de assentos em 2-4-2 do A330 são pontos altos do avião, sobretudo para quem viaja nas pontas como eu. Muito mais liberdade para se movimentar pelo avião, diferente da configuração com 3 poltronas nos lados. Refeições quentes  A Azul continua ganhando o cliente pela gastronomia. O serviço de bordo ofereceu duas opções de pratos após 1 hora de decolagem: Polpetone com purê de batatas e massa com molho vermelho. Acompanhado de salada verde e condimentos, pão e manteiga. Como bebida, pudemos escolher entre água, sucos, refrigerantes, cerveja e vinhos (branco ou tinto). Por fim, uma deliciosa sobremesa de coco.  [render name="refeição" contentId="1.3553022"] Ao longo de todo o voo, opções de vinho e cervejas, além de que os famosos snacks da companhia estavam a bordo também disponíveis aos clientes. Por volta de 1 hora e meia antes do pouso, um lanche quente com pão, frios e café. Foram quase 9 horas de voo tranquilo. Belo aeroporto de Orlando Por fim, o espetáculo acaba com a chegada pontual ao aeroporto de Orlando. Bastante próximo das atrações da Disney que fomos curtir. O novo terminal C é amplo e possui fácil imigração, longe de qualquer stress. Um voo assim torci para durar mais um pouco. Contribua deixando sua pergunta ou sugerindo um tema de sua preferência, comentando ou enviando mensagem para o meu Instagram: @igorpires.aviacao *Este texto reflete, exclusivamente, a opinião do autor. **O colunista viajou a convite da Azul Linhas Aéreas.
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September 2, 2024 at 9:20 PM
Evolução do Direito do Trabalho é tema de livro do professor e advogado Eduardo Pragmácio Filho
O advogado e professor Eduardo Pragmácio Filho lança, na próxima quinta-feira (5), o livro O Direito do Trabalho em Movimento, que reúne mais de 50 artigos publicados em jornais e portais jurídicos, alguns deles no Diário do Nordeste.  A obra será apresentada pelo ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e presidente da Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT), Alexandre de Souza Agra Belmonte, que também assina o prefácio.  O lançamento ocorrerá no Teatro Nadir Saboya, na FB Uni, às 19h.  [render name="Leia mais" contentId="1.3553166"]  Na publicação que celebra os 20 anos de docência de Pragmácio, o autor explora a evolução do Direito do Trabalho, contextualizando as mudanças legislativas e jurisprudenciais desde o início de sua atuação até atualmente.  “Ao reunir esses artigos, meu objetivo é apresentar como o Direito do Trabalho e meu entendimento sobre o tema têm evoluído ao longo do tempo. O campo está em constante transformação e crise, e minha intenção foi capturar essa dinâmica, de forma simples e acessível ao grande público”, explicou o autor, que também é doutor em Direito do Trabalho pela PUC-SP e membro da ABDT.  IA nas relações de trabalho e nos processos judiciais   O evento também contará com uma Aula Magna do ministro Alexandre Belmonte, que abordará os impactos da inteligência artificial nas relações de trabalho e nos processos judiciais.   Mais informações  Lançamento do livro: O Direito do Trabalho em Movimento, de Eduardo Pragmácio Filho    Dia 5 de setembro (quinta-feira), às 19h Local: Teatro Nadir Papi Saboya (Rua 8 de Setembro, 1331 - Varjota)    Entrada gratuita e aberta ao público
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September 2, 2024 at 9:15 PM
J Martins Perfumes recebe produtos da linha Montblanc Collection em suas lojas
Neste mês, a J Martins Perfumes anuncia a chegada, nas seis lojas da marca, dos quatro perfumes da linha Montblanc Collection: Black Meisterstück, Vetiver Glacier, Patchouli Ink e Extreme Leather. A coleção é inspirada nas geleiras do Monte Branco, localizado na Europa. O Black Meisterstück foi criado com inspiração no clássico instrumento de escrita Montblanc Meisterstück. O Vetiver Glacier evoca uma sensação revigorante, combinando essências com toques florais. O Patchouli Ink surge do misterioso charme da planta medicinal patchouli. Já o Extreme Leather é uma fusão entre o couro refinado e a delicadeza da íris e do almíscar. Micaelly Alves, gerente de marketing da J Martins, destaca o orgulho de anunciar a linha de produtos de luxo. “Esta coleção, assinada por uma das marcas mais icônicas do mundo, representa a sofisticação e a qualidade que sempre visamos oferecer, reafirmando o nosso compromisso em trazer o melhor para os nossos clientes”, pontua. Os interessados em obter mais informações sobre os perfumes podem acessar o Instagram @jmartinsperfumes ou entrar em contato por telefone com uma das lojas. A J Martins Perfumes possui seis unidades, sendo quatro no Ceará, localizadas nos shoppings RioMar Fortaleza, Iguatemi Bosque, além de Sobral e Juazeiro do Norte, e duas no Piauí. Mais informações: Instagram: @jmartinsperfumes Lojas e telefones: RioMar Fortaleza: (85) 3221-6281 Iguatemi Bosque: (85) 98948-8697 Cariri Shopping: (88) 2141-9759 Sobral Shopping: (88) 2021-8174 Teresina Shopping-PI: (86) 3303-3111 Shopping Rio Poty-PI: (86) 3122-5170 [render name="rodapé" contentId="1.3553171"]
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September 2, 2024 at 9:02 PM