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February 8, 2026 at 6:17 PM
complicada essa vida de engraçadinha
a resposta da minha psi foi “banque suas gracinhas”

bom domingo galera!
February 8, 2026 at 5:17 PM
a resposta da minha psi foi “banque suas gracinhas”

bom domingo galera!
February 8, 2026 at 5:17 PM
treinar descalço é um caminho sem volta
February 8, 2026 at 10:55 AM
Reposted by n me zoey 🏳️‍⚧️
esquizoanálise é tipo: "e se os autistas forem o futuro??" 🤔🤔🤔🤔
February 7, 2026 at 4:42 PM
resposta curta: não
resposta longa: sim
Notícia da @oglobo.globo.com

"Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?"

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
A limitação da idade de acesso às redes sociais está no centro do debate político nos últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma abordagem ponderada e baseada em evidências. Prato arriscado: cogumelos causam mortes e internações na Califórnia Atividade poderosa: qual é a melhor hora para sair para caminhar? Embora o anúncio do presidente do governo espanhol seja uma novidade, na realidade, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE, em vigor desde 2018, permite fixar a capacidade legal para consentir o tratamento de nossos dados em serviços digitais entre os 13 e os 16 anos. Na Espanha, decidiu-se que seria a partir dos 14 anos. É necessário compreender os fatos que nos trouxeram até aqui e o conjunto de medidas que deveriam acompanhar essa limitação. O dever de verificar a idade foi regulamentado nos EUA pela Lei de Proteção à Privacidade Online das Crianças de 1998, e na Espanha pelo Regulamento da LOPD de 2007. Essa obrigação de verificação praticamente não foi cumprida por nenhum operador, exceto pelos esforços da empresa espanhola Tuenti. No caso das redes sociais, a União Europeia tem se reunido com as empresas de tecnologia desde a vice-presidência de Viviane Reding e foram adotados acordos e compromissos corporativos sem qualquer resultado prático. Atualmente, as plataformas passaram de uma aceitação indiferente da regulação para uma oposição total. Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, têm constatado de forma consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam à internet, têm um celular, consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por educação e até mesmo por desconexão. Contexto de alto risco O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra a liberdade sexual, acesso à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que vêm alertando sobre o aumento de doenças mentais, automutilação e do suicídio em crianças e adolescentes. As redes sociais podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma, especialmente em usos intensivos. Vários vazamentos de informações parecem comprovar que as plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pelo scroll infinito, a hiperestimulação e o uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji, chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia. Pressão social Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa. O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou solicitar tarefas digitais. A ausência de ferramentas educativas para as famílias e a pressão que elas sentem quando, a partir de certas idades, os seus filhos e filhas enfrentam o ostracismo e o isolamento se não estiverem numa rede social, fazem com que a identidade digital nos primeiros anos dependa de adultos sem suporte suficiente e de práticas escolares por vezes pouco reflexivas ou contraditórias com a proteção da infância, como a publicação de vídeos nas redes sociais das escolas. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é adequada. Parece urgente legislar com medidas eficazes, proporcionais e com garantias que assegurem o direito à identidade digital de nossas crianças e adolescentes. A limitação de idade encontra plena justificativa na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Projeto abrangente Mas esta não deve ser a única medida. É necessário um projeto holístico que contemple políticas públicas proativas e, ao mesmo tempo, defina cenários de responsabilidade. Do ponto de vista jurídico, é imprescindível uma abordagem que reforce a dissuasão, incluindo, se for o caso, o aumento da responsabilização civil e penal. Ao mesmo tempo, é preciso disciplinar a ação das escolas e sua responsabilidade. E existe ainda um risco que não podemos ignorar. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos. Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição. Vivemos na sociedade da inteligência artificial (IA). É necessário que adotemos uma nova maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas com um uso antissocial que coisifica as pessoas. Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos (Agência Espanhola de Proteção de Dados, Comissão Nacional de Mercados e Concorrência e Agência Espanhola de Supervisão de Inteligência Artificial) devem passar da recomendação para a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e jovens. * Ricardo Martínez Martínez é professor de Direito Constitucional e diretor da Cátedra de Privacidade e Transformação Digital da Universidade de Valência, na Espanha. *Este artigo foi republicado de The Conversation sob licença Creative Commons . Leia o artigo original.
sem-paywall.com
February 7, 2026 at 4:00 PM
Reposted by n me zoey 🏳️‍⚧️
Prefeito de cidade interior promete um boquete para cada habitante da cidade. Especialistas em legislação eleitoral e direito administrativo avaliam a constitucionalidade da medida.
Considerando um tamanho médio de 14,5cm isso dá em torno de 24 mil rolas. Melhor começar logo, prefeito
February 7, 2026 at 1:42 PM
ih o roxo caiu legal
February 7, 2026 at 2:55 PM
dia 10 n chega nunca mia nossa
February 7, 2026 at 1:58 PM
amo meu pretinho, uma delícia
February 7, 2026 at 1:39 AM
sla sinto q eu sou só faço parte do arco de desenvolvimento pessoal das pessoas
February 7, 2026 at 1:24 AM
bem, eu tenho mais é q amar minha companhia msm
February 7, 2026 at 1:21 AM
nossa mas sou mto patética
February 7, 2026 at 1:14 AM
queria o frio de bh dnv, hell de janeiro tá foda
February 7, 2026 at 12:11 AM
“eu sento e me acabo…”
toda vez q ouso my humps eu só consigo lembrar do mtg do dj arana
February 6, 2026 at 2:33 PM
toda vez q ouso my humps eu só consigo lembrar do mtg do dj arana
February 6, 2026 at 2:33 PM
tive a segunda entrevista da remote, acho q n fui mto bem n folks, tava mto nervosa
February 6, 2026 at 1:26 PM
é complexo babe, deixa eu culpar minha borderline
February 6, 2026 at 1:55 AM
toda vez q ela fala da música “me namora” (os garotin) a primeira q eu lembro é a “me namora” (edu ribeiro)
February 5, 2026 at 10:41 PM
caramba cabaram c os adidas breaknet branco tudo
February 5, 2026 at 1:20 PM
pra quem deixou de último momento ainda dá tempo

vendo 1 ingresso inteira cadeira inferior 05/02 SP

#TheBlackParade #MCR2026 #LongLiveTheBlackParadeTour
#MyChemicalRomance
February 5, 2026 at 1:03 PM
como pode ta caindo um dilúvio la fora e ainda tá 32˚????
February 4, 2026 at 8:37 PM
jhengibre me tira a paz de um jeito que me faz querer mais, sem limites
February 4, 2026 at 8:36 PM
Reposted by n me zoey 🏳️‍⚧️
.
February 4, 2026 at 12:58 AM
Reposted by n me zoey 🏳️‍⚧️
Eu vejo relativamente pouco material explicando IA. Sejamos críticos ou favoráveis à IA como é feita hoje, precisamos entendê-la.

Vou reproduzir alguns fios que fiz na outra rede, começando por minha revisão do blogpost "A primeira lei da complexodinâmica" da lista de leitura do Ilya Sutskever 👇
February 3, 2026 at 10:34 PM