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viiimattos.bsky.social
V
@viiimattos.bsky.social
She / her
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eu só falo ano novo pq não sei escrever reivollen
December 31, 2025 at 11:38 PM
A gente de fato aqui mora no passado. Vamos ser um dos últimos lugares do mundo entrar em 2026. E o pior que eu amo muito as piadas horríveis de começo do ano e estou ansiosa pra isso!
January 1, 2026 at 1:19 AM
Que 2026 todo mundo tenha um chuveirinho pra limpar o cu!
December 31, 2025 at 7:45 PM
Reposted by V
It's like driving a runaway hearse
I can't stop, I just make things worse
Come on, and take the wheel from me
Put me outta my misery
youtu.be/XCmbqNIZHR4
Iron Chic - "My Best Friend (Is A Nihilist)" Live at Little Elephant (1/3)
YouTube video by Little Elephant
youtu.be
December 28, 2025 at 4:53 PM
Esse ano não quis ter trabalho nenhum com a ceia de natal, daí não fizemos nada e pedimos salgados.

Mas não vou mentir que tá dando uma vontade de comida de Natal vendo a galera postar 🤤
December 24, 2025 at 7:37 PM
White Christmas não estará rolando esse ano.
December 24, 2025 at 4:36 AM
Amo essa foto com o mozao 🖤
December 24, 2025 at 4:34 AM
Eu gosto até bastante do Natal, mas odeio ter que arrumar as coisas pro Natal 😭

Muita pressão, credo
December 24, 2025 at 4:31 AM
Lembrete pro próximo ano: guardar dinheiro e ir pro brasil em dezembro pra não ficar engatilhada com as comidas
December 21, 2025 at 11:25 PM
Fazer terapia é bom demais. Mas agora ela entra em recesso pra descansar e eu quero chorar
December 19, 2025 at 4:57 PM
Um pão de batata com catupiry agora hmmm
December 18, 2025 at 6:01 PM
Se no Canadá tivesse catupiry ou requeijão, eu seria uma mulher 37% menos triste
December 18, 2025 at 5:58 PM
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it's me and my caffeinated drink against the world
December 18, 2025 at 2:51 PM
Reposted by V
É tão frustrante viver em um país conservador que a gente não consegue nem discutir temas como aborto e eutanásia, autonomia corporal e implicações éticas porque somos comandados por um grupo de pessoas que acha que o livro da religião DELES é o guia de 210 milhões de pessoas.
Notícia da @oglobo.globo.com

"‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher"

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‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher
Eu e minha esposa, Patrícia, estávamos juntos há 32 anos, com três filhos, quando, em janeiro de 2021, durante a pandemia, veio o diagnóstico de câncer colorretal. Ela foi para o hospital com dores que pensávamos que era pedra nos rins. Um ano e meio antes ela teve pedra no rim, e naquela época não tinha nenhum câncer. Mas o tumor apareceu de uma forma muito repentina e forte. Foi uma surpresa, não imaginávamos que fosse ser algo tão sério. A partir dali começamos o tratamento, que envolveu duas cirurgias e a quimioterapia. No início, foi um processo razoavelmente positivo, porque ela estava com muita força de lutar. Não chegou a perder todo o cabelo, encarava a situação de uma forma muito positiva, apesar da seriedade. Em setembro, fez a última quimioterapia. O tumor sumiu, ficamos muito felizes. Eu faço parte do grupo “Os Pitais”, que leva a música e promove festas em ocupações, hospitais, creches e asilos, onde muitas pessoas estão abandonadas ou passando por dificuldades de saúde, psicológicas. Como o câncer tinha ido embora, Patrícia pediu uma festa para celebrarmos. Infelizmente não deu tempo, porque o câncer voltou com tudo. E foi um processo muito mais difícil, porque a autoestima dela foi lá para baixo. Os últimos seis meses de vida foram muito difíceis. Foi a partir daí, principalmente nos últimos dias, que percebi que, como cidadão brasileiro, eu estava muito mal preparado para lidar com uma situação como essa. Sobre as possibilidades a serem discutidas que não foram colocada mesa, como a de eutanásia, de levá-la à Suíça para exercer o direito de escolha, como fez Antônio Cícero. Não sabia que existia o hospice movement, que são hospitais específicos para fim de vida, focados na dignidade. Descobri, por exemplo, que só 4 a 5% dos hospitais do Brasil têm equipe de cuidado paliativo. E eu, com todas as condições financeiras, seguro de saúde, educação, não sabia de nada porque isso não é falado. A morte não é discutida por causa de medo, por preconceito. Eu não sabia que poderia falar “não” para um médico, por exemplo, negar um tratamento. São tantos detalhes que aconteceram em apenas uma semana. A Patrícia na cama, apertando a maquininha de morfina, e e eu perguntando para a equipe por que não se fala de eutanásia, não se fala de morte. Por que a maioria dos hospitais não tem cuidado paliativo, que não é só a morfina, é cuidar das pessoas ao lado, ter psicólogos, fisioterapeutas, médicos, tudo para dar um conforto no fim da vida. Precisamos jogar na mesa da sociedade brasileira esse elefante gigantesco que é a morte. A Patrícia falava sobre o fim da vida de uma maneira muito leve. Desde que nos conhecemos, ela brincava: "quando eu morrer, não vai esquecer meu pijama, meinha, cobertor e travesseiro porque eu não quero ficar desconfortável e nem passar frio no caixão". Ela falava isso para todo mundo, todos ríamos. E quando ela faleceu, todo mundo sabia o que ela queria. Aí eu percebi que precisamos falar de morte todos os dias. Desde que nascemos, na infância, na adolescência, as fases da vida vão passando, e a morte pode acontecer a qualquer momento. Falar de morte sem preconceito, sem tabu, porque ela não é uma punição. Como você vai ter medo de uma coisa que é inevitável? E nós podemos nos preparar melhor para esse momento, que é tão doloroso. Por isso, criei o movimento Mãetrícia, para estimular a sociedade a falar sobre esse assunto. É uma página no Instagram onde temos informações, parcerias com o pessoal do Infinitus, Morte sem Tabu, todos que abordam o cuidado paliativo e o tema da morte assistida. E, quando a Patrícia morreu, falei com o pessoal do “Os Pitais”: "vamos fazer aquela festa que não conseguimos com a com ela em vida". E aí nasceu o PatFest, de uma vontade de celebrar a vida e a morte da Patrícia, que me ensina tanto até hoje. Mais recentemente, também participei da fundação da associação Eu Decido. Lá, buscamos a criação de uma lei específica para termos o direito de escolha da morte assistida no país. Que um brasileiro não precise sair do país para exercer esse direito de liberdade de escolha, como o Antônio Cícero fez. Minha função é divulgar, usar o meu alcance como músico para falar sobre assunto. A carta do Cícero foi um presente para a sociedade brasileira. Uma coragem, um amor, uma empatia com o próximo em externar a situação de uma maneira real e verdadeira. Mas a maioria do povo brasileiro que necessita ou quer usar a eutanásia não tem dinheiro para ir à Suíça. Podemos melhorar muito. Vemos o avanço em outros países, como o Uruguai, que aprovou agora, Portugal, Colômbia, Peru. Aqui no Brasil nem se fala disso. Precisamos achar a melhor maneira de colocar essa possibilidade. E não estamos falando de uma obrigação, para a pessoa ser “contra” ou “a favor”, mas sim de uma escolha pessoal de cada um, por isso o nome "Eu Decido". As pessoas devem ter autonomia para pensar na sua própria morte, escolher o que querem para si. Você pode ter a sua crença religiosa, a sua crença política, você vai ser respeitado por isso. E eu quero ser respeitado pela minha vontade de ter essa possibilidade disponível aqui no Brasil para todos que veem isso como uma alternativa. Essa é a nossa luta. Ficamos muito surpresos com o número de associados na “Eu Decido”, foi muito maior em poucos meses do que esperávamos. Percebemos que tem muita gente que quer ter essa opção. No Uruguai, esse direito demorou 20 anos para sair do papel, em Portugal, 30. E que demore 30, 50 anos para conseguirmos aqui, mas em algum momento precisamos começar essa luta. Estamos perdendo o espaço em relação ao resto do mundo, mas estou muito feliz que estamos acordando para esse tema. Obviamente, sabemos que o Brasil é um país extremamente conservador. Mas só queremos não ser obrigados a aceitar a falta de escolha porque meu vizinho acha que eu não devo fazer devido às suas crenças. É um tema polêmico, sem dúvidas. Mas todo mundo vai morrer um dia, independentemente se é de direita ou de esquerda, homem ou mulher, são paulino ou corintiano. No Brasil, é muito difícil você falar de qualquer tema polêmico, de aborto, legalização de drogas, eutanásia. Mas esse é um tema que atinge todo mundo. E tem muita gente fazendo um trabalho fantástico para colocar esse assunto em pauta. Existem muitas possibilidades para crescermos como país e encarar essa situação com mais preparo. Tudo no final é sobre informação. Quero que as pessoas possam buscar isso, perguntar nos hospitais e conversar com seu próprio médico de confiança sobre suas possibilidades diante de uma doença grave. Entender o que existe, o que está acontecendo fora do Brasil e buscar o que é melhor para si. A morte não é uma inimiga, não é um fator a ser vencido a todo custo. A morte é uma professora. Quanto mais a respeitamos, mais viveremos o presente, a intensidade do dia a dia, os relacionamentos com amigos e família e não deixaremos as coisas para amanhã. * Em depoimento ao repórter Bernardo Yoneshigue
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December 17, 2025 at 11:49 AM
15 anos, lia um monte de livro cabeçudo.

34 anos, to vendo aqui a Vida Secreta das Esposas Mórmons.

Nunca o Kafka me ensinou sobre enema de café, já as esposas mórmons… 💅
December 17, 2025 at 10:55 PM
Implante de bigode realizado com sucesso ✅
December 17, 2025 at 9:35 PM
Gente, eu sou corinthiana mas tô torcendo pro Vasco só pra abrir um portal no universo e as coisas voltarem a ser boas de novo
Imagina se o Vasco ganhar hj mds
December 17, 2025 at 9:28 PM
Pensando aqui, eu e o Lucas nunca poderíamos ter filhos mesmo. Hoje a gente, pra ser eficiente (tinha que ir no mercado e fazer mil coisas) só foi almoçar 5pm e foi um pão.

Tenho dó de receber visita em casa, a gente esquece que pessoas normais tem rotina e comem várias vezes ao dia.
December 17, 2025 at 6:17 AM
Tava feliz que tinha começado a terapia depois de enrolar mil meses. Fiz uma sessão e agora vou ter que parar por falta de grana 🥲

Ser adulto sem dinheiro é uma bosta.
December 16, 2025 at 7:47 PM
Reposted by V
Eu só queria sumir
December 8, 2025 at 10:05 PM
Reposted by V
Devia ser liberado bater em quem faz mal pros nossos amorzinhos :(
December 9, 2025 at 2:05 AM
Reposted by V
Cara teve gente descobrindo esse ano:
- cola de osso
- restaurador de medula
- vacina pra HIV
- vacina pra dengue

e os cara vai de Elon musk e Sam altman, cujas "descobertas" se limitam a como fuder direitos autorais, humanos e empregabilidade.
December 11, 2025 at 2:40 PM
Devia ser liberado bater em quem faz mal pros nossos amorzinhos :(
December 9, 2025 at 2:05 AM
A falta de trabalho aqui está absurda. A galera fala que até trabalhos de entrada, tá em falta. Sério, tudo tá ficando cada vez mais caro, cada vez menos oportunidade de trabalho, a conta não fecha. Difícil demais ser adulto.
December 8, 2025 at 10:07 PM
Eu só queria sumir
December 8, 2025 at 10:05 PM