Fabiola
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fabi.bsky.social
Fabiola
@fabi.bsky.social
Todos estes que aí estão atravancando meu caminho, eles passarão... Eu passarinho!
Bicho, o ICE tentou invadir um consulado. 😳
January 28, 2026 at 6:18 PM
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e Deus escolheu um lado
estão numa "guerra santa" dentro da cabeça oca e plana deles
January 28, 2026 at 6:15 PM
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esse relato aqui é a arte em seu estado mais puro
O onibus tava lotado tipo lotado mesmo não dava pra subir ninguém e o cara gritou que o cobrador tinha que ir em pé e ceder o lugar pra ele sentar e o cobrador nem deu bola aí ele falou "eu exijo respeito estou aqui servindo a deus" e lá de trás um cara gritou "REZA E PEDE UM CARRO PRA ELE ENTÃO"
January 27, 2026 at 9:44 PM
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agora eu fiquei preocupada, esse aqui não acerta nem o próprio nome
Pô, Café Com Ferro, se você queria que o dólar subisse pro Lula não se reeleger, bastava prever que o dólar iria subir...
January 28, 2026 at 2:58 PM
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e, de repente, todo mundo agora é palestino diante da extrema-direita.

os executados são terroristas
as execuções são confrontos
etc etc etc
o jornal do globo falando que rolou "confronto" entre os assassinos agentes do ICE e o cara que foi executado
January 28, 2026 at 2:39 AM
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Cacete, que depoimento...
“I watched him die… then I watched them maneuver his body like a rag doll— only to discover it was because they wanted to count the bullet wounds and see how many they ‘got’, like he was a deer.”
January 28, 2026 at 9:29 AM
Reposted by Fabiola
E ate hoje ao inves de aprender a banhar eles ficam reclamando na internet, chorando pq as mulheres gostam de homens que tomam banho
No século X, no leste da Grã-Bretanha, um grupo de camponeses saxões fez uma petição formal reclamando ao seu senhor que os colegas daneses tomavam banho 4a e sábado, passavam kohl no olho, usavam cabelo comprido e se penteavam, e com isso as mulheres da aldeia só queriam saber deles.
January 27, 2026 at 6:07 PM
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Mídia Argentina martelando a tecla de que o Brasil é um pais muito racista e que por isso temos uma lei severa contra o racismo é inacreditável pq o subtexto é "nós não somos, então por isso que não temos problemas aqui"
January 26, 2026 at 5:55 PM
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O perfil Luduvicu concorda com esse gostoso aí e gostaria que vocês não caíssem em conto de vendedor de óleo de cobra.

Ciência tem cara de ciência, discurso de ciência, linguagem de ciência, cronologia de ciência, regras de ciência. E nada disso é parecido com discurso publicitário de panaceia.
January 23, 2026 at 11:06 PM
OMG, tem uma moça no TikTok que recebe a visita de uma família de guaxinins. 😭🤏🏻 Eles comem na porta da casa dela. Alguns até se aventuram dentro da casa. Ela deu nome pra eles.
January 23, 2026 at 8:46 PM
Disse o Lobo sobre a Chapeuzinho.
Bovino: "Here in the US Border Patrol, I will say unequivocally that we are experts in dealing with children"
January 23, 2026 at 4:42 PM
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cinema. maior documentário político da atualidade.
this is not a tiktok it is a documentary
January 22, 2026 at 10:15 PM
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É bom senso que chama trabalhar por mais mortes na pandemia?

Anotado.
January 22, 2026 at 5:19 PM
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i'm not brazilian but i think wagner moura deserves to win the oscars because ele é muito gostoso
January 22, 2026 at 1:54 PM
Wagner Moura já no aquecimento pras entrevistas em programas de variedades. Acho que a escova não será um problema.
January 22, 2026 at 2:13 PM
Nunca vou me esquecer do momento em que a primeira pessoa foi vacinada. Depois de todo horror que tínhamos vivido, finalmente havia esperança.
+2/2👆🏼

De forma surpreendente (pra mim, que tinha fantasias pessoais sobre minha tribo) a ideologia ditou a "ciência" de muita gente

A resistência não foram os conselhos nem o ministério, mas instituições públicas seculares (Butantã, Fiocruz) e (como o mundo é doido), um magnata almofadinha: Dória
January 22, 2026 at 2:09 PM
Reposted by Fabiola
Primeiro a canetada: fui linha de frente.

Agora, a análise: teve dois erros brutais da saúde na pandemia: 1) seguir fantasias anti-científicas propaladas por gente sem formação nenhuma; 2) Encampar o movimento anti-vacina.

Sim, não fomos todos. Mas fomos muitos. Além do esperado.

+1/2👇🏼
Sempre que a medicina no Brasil for assunto, vou lembrar da nebulização de COMPRIMIDOS de cloroquina receitada para pacientes com os pulmões tomados pela COVID. Nunca vou esquecer, nunca vou perdoar.
January 22, 2026 at 12:29 PM
Olha nós!
2026 já marca mais um ano memorável para o cinema brasileiro! O "Agente Secreto" recebeu 4 indicações ao Oscar 2026 (Filme Internacional, Ator, Direção de Elenco e Melhor Filme!), soma-se a isso: Adolpho Veloso, indicado em fotografia por "Sonhos de Trem"!!!
VAI BRASIL!
January 22, 2026 at 2:01 PM
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Delicious to me
January 21, 2026 at 4:30 PM
Reposted by Fabiola
A operação Mengele que o governo daquele desgraçado fez em Manaus e na Prevent Senior.
Jamais vou esquecer do depoimento da advogada dos médicos da Prevent na CPI da COVID dizendo "óbito tbm é alta"
Sempre que a medicina no Brasil for assunto, vou lembrar da nebulização de COMPRIMIDOS de cloroquina receitada para pacientes com os pulmões tomados pela COVID. Nunca vou esquecer, nunca vou perdoar.
January 22, 2026 at 10:36 AM
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This picture making the rounds on reddit, Columbia Heights. I'm not OK.
January 22, 2026 at 3:02 AM
Reposted by Fabiola
um menininho de 5 anos foi levado pela Gestapo do Trump e está detido sozinho. por 24h, a família não sabia nem onde ele estava.
Here’s the report from KARE. The boy is five-year-old Liam Ramos.
January 22, 2026 at 3:02 AM
Sempre que a medicina no Brasil for assunto, vou lembrar da nebulização de COMPRIMIDOS de cloroquina receitada para pacientes com os pulmões tomados pela COVID. Nunca vou esquecer, nunca vou perdoar.
January 22, 2026 at 10:29 AM
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"Tomamos um impacto. Pensava que o ensino médico estava melhor", disse o presidente do Conselho que transformou a atividade médica numa palhaçada macabra durante a pandemia.

E não me venham com conversinha de que ele não era presidente durante a pandemia. Era do mesmo grupo de seu antecessor.
'Ficamos assustados', diz presidente da CFM, que defende veto ao registro profissional de reprovados no Enamed
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva Gallo, afirmou ao GLOBO que o resultado do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) expôs o quanto é "sofrível" a qualificação de estudantes da área no país. Mas a divulgação dos resultados, que apontaram 107 cursos (30%) com desempenho considerado insatisfatório, ainda assim surpreendeu os conselheiros. Eles se reuniram nesta terça-feira para avaliar medidas de resposta e passaram a defender a edição de uma resolução para impedir o registro profissional dos reprovados no exame. A iniciativa tem o aval da plenária, mas, antes de uma deliberação final, passará por estudos da assessoria jurídica da entidade. A ideia é exigir que o estudante apresente sua nota no Enamed no ato da inscrição nos conselhos regionais — o registro só seria concedido mediante aprovação no exame. — Tomamos um impacto. Pensava que o ensino médico estava melhor. O MEC (Ministério da Educação) fez uma radiografia da má qualidade da formação médica, com problema estrutural gravíssimo. Oitenta cursos atingiram critérios só minimamente aceitáveis, e 13 mil atingiram os conceitos 1 e 2. É sofrível e preocupante. Como somos um órgão defensor da sociedade, ficamos preocupados com esses índices, que colocam em risco a saúde e a segurança de milhares de brasileiros. Como fazer para que esses médicos com nota sofrível não atendam a população brasileira? Pedi brevidade da assessoria jurídica para verificar a legalidade dessa resolução — disse. A informação sobre o possível veto ao registro profissional dos reprovados foi publicada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Gallo destacou que o "clamor" dos conselheiros pela edição da resolução foi "intenso". O conselho se preocupa com a possível judicialização decorrente de uma medida desse tipo — até por isso, ainda não há prazo para que o tal veto seja aprovado em definitivo. — Não tem prazo para ficar pronto porque temos de fazer uma resolução com o pé no chão, que não consigam derrubar na Justiça — ressalta o presidente do CFM. Enamed: resultado que apontou 30% dos cursos com desempenho insatisfatório turbina debate sobre 'OAB' da Medicina Lista: Veja as notas dos 351 cursos de Medicina avaliados no Enamed Dos 351 cursos avaliados, 107 (30%) tiveram desempenho considerado insatisfatório com menos de 60% dos alunos considerados proficientes. Do total, 99 instituições dos dois grupos serão alvo de processos administrativos de supervisão e poderão sofrer sanções que vão da proibição do aumento do número de vagas à redução de cadeiras e até à suspensão do vestibular. Após a divulgação dos resultados, na segunda-feira, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, afirmou que o cenário aponta para "risco à saúde e à segurança" da sociedade. "Quando mais de 13 mil egressos dos cursos de Medicina obtêm desempenho considerado crítico e insuficiente pelo próprio MEC, estamos diante de um problema gravíssimo. São milhares de graduados em Medicina que receberão diploma e registro para atender a população sem comprovarem ter competências mínimas", disse Gallo, em nota. O resultado turbinou o debate por uma prova "OAB da Medicina", ao estilo do exame aplicado aos formandos de Direito. Enquanto associações que reúnem universidades criticaram o Ministério da Educação (MEC) e contestaram a metodologia utilizada, entidades da área, como o CFM, reforçaram o coro pela criação de uma avaliação compulsória para o exercício da profissão, atualmente em debate no Congresso e apelidada de “OAB” da Medicina. Inep reconhece falha, mas mantém dados O Inep reconheceu uma falha na divulgação dos resultados prévios do Enamed às faculdades de medicina, embora ressalte que as notas públicas do exame estão corretas. Em um ofício enviado na noite de segunda-feira a instituições de ensino que participaram do Enamed, o Inep fala em “inconsistência” nas informações fornecidas por meio do Sistema e-MEC “decorrente da utilização de uma nota de corte diferente” da estabelecida em nota técnica. Na prática, o índice de estudantes proficientes divulgado na plataforma para cada faculdade em dezembro de 2025 considerou uma nota de corte de 58 pontos, e não de 60 pontos, como adotado pelo MEC nos resultados apresentados pela pasta na segunda-feira. O presidente do Inep, Manuel Palacios, disse ao GLOBO que os dados anunciados pelo MEC na segunda-feira e em portaria publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira estão corretos e que, em razão da inconsistência, vai abrir um prazo de cinco dias para que as faculdades apresentem recurso contra suas notas. A nota de 60 pontos para o Enamed estava prevista em notas técnicas do Inep divulgadas em dezembro de 2025, depois da realização do Exame, que foi em outubro do ano passado. As notas e faixas das faculdades de medicina no Enamed foram oficialmente publicadas pelo MEC na segunda-feira. O exame teve a participação de cerca de 89 mil médicos e concluintes de graduações em medicina no país. A prova é de realização compulsória. Segundo o MEC, 75% dos inscritos no Enamed alcançaram a proficiência, ou seja, ao menos 60 pontos na prova, que é de múltipla escolha. Para as faculdades, o percentual de seus alunos que tiveram a proficiência determina sua classificação no Enade (avaliação das graduações) em faixas que vão de 1 a 5, sendo os conceitos 1 e 2 considerados insatisfatórios, o 3, aceitável e 4 e 5, bons resultados. — O que vem sendo assinalado pelas instituições é que antes da publicação das notas, houve uma publicação de insumos, informações que são dadas (às instituições pelo Ministério da Educação, na plataforma e-MEC). Houve realmente uma inconsistência nesses dados, mas os resultados individualizados tiveram a nota correta e a publicação. No dia 12 de dezembro, os resultados de cada participante do Enamed, não apenas os concluintes, mas os médicos que participaram, foram publicados. Os inscritos tiveram acesso aos boletins individuais, com os seus percentuais de acertos — disse Palacios ao GLOBO. O presidente do Inep diz que o instituto ainda investiga as causas da inconsistência e que as faculdades de medicina “não tinham como validar” o dado errado. — Agora vamos abrir um período para a apresentação de recursos, de cinco dias, na semana que vem, para que as instituições se manifestem. O conceito Enade foi publicado hoje e os microdados foram publicados ontem, ou seja, as respostas dadas por cada participante do Enamed e os resultados que levam ao conceito obtido (por cada faculdade). O nosso sistema vai ficar cinco dias aberto para que elas possam apresentar qualquer tipo de recurso e teremos a finalização desses processos em até 15 dias — diz Palacios. O ofício do Inep enviado às faculdades diz que houve uma inconsistência entre a orientação às manifestações das faculdades de medicina e a nota de corte aplicada no Enamed, que consta em duas notas técnicas do próprio instituto. Entre os dados disponibilizados em dezembro na plataforma estavam a quantidade de alunos inscritos e a de inscritos que obtiveram a proficiência, mas o cálculo foi feito considerando uma nota de corte de 58 pontos, que adotava o método estatístico Angoff. Em duas notas técnicas do Inep, de 18 e 30 de dezembro de 2025, porém, o instituto afirmava que a nota de corte da proficiência seria de 60 pontos, resultado da combinação do método Angoff com outra metodologia, a Teoria de Resposta ao Item. Essa foi a nota de corte considerada na divulgação dos resultados pelo MEC e dos boletins enviados a cada inscrito no Enamed, de acordo com Palacios. Representantes de faculdades e entidades representativas ouvidos pelo GLOBO dizem que vão questionar judicialmente o fato de a nota de corte de 60 pontos ter sido definida nas portarias apenas depois da realização do Exame e da divulgação dos índices de proficiência na plataforma e-MEC. Entidades como a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) e o SIndicato das Mantenedoras de Ensino Superior de São Paulo (Semesp) criticaram a inconsistência admitida pelo Inep. De acordo com uma representante de faculdade de medicina, o próprio sistema e-MEC informou às instituições de ensino o percentual de alunos aprovados em 14 de dezembro, considerando os 58 pontos. Essa divergência nas notas de corte fez, por exemplo, com que universidades que calculavam em dezembro estar com o conceito 3 (aceitável) estivessem, na verdade, no conceito 2, que está sujeito a punições. Ou que uma instituição que já iria sofrer restrições por estar no conceito 2 passasse a ter punições mais severas ao passar para o 1. Das 304 instituições reguladas pelo MEC que participaram do Enamed (a pasta não tem ingerência sobre cursos de instituições estaduais e municipais), 99 faculdades de medicina tiveram desempenho insatisfatório — conceitos 1 e 2 — por terem menos de 60% de seus alunos e egressos com o nível de proficiência. Essas faculdades terão restrições de maneira escalonada de acordo com os percentuais de proficiência de seus alunos. As sanções vão da proibição do aumento de vagas (às faculdades com níveis de proficiência superiores a 50% e menores que 60%) até a suspensão do Fies, a redução de vagas (abaixo de 50%) e a suspensão do vestibular (abaixo de 30%). Em 2025, os inscritos no Enamed puderam optar, pela primeira vez, pelo uso da nota do Enamed para o Exame Nacional de Residências (Enare), uma espécie de Enem das especialidades médicas. Em nota, a Abmes diz que "após a aplicação das provas e a divulgação dos resultados aos estudantes e às instituições, o Inep publicou sucessivas notas técnicas — a NT nº 40, entre 9 e 12 de dezembro; a NT nº 42, em 22 de dezembro; e a NT nº 19, em 30 de dezembro — alterando e complementando critérios metodológicos após o encerramento do exame e do prazo de recursos, que se deu em 17 de dezembro". "Medida tão grave quanto foi a alteração dos conceitos que haviam sido apresentados, em dezembro, para as instituições de educação superior. Os dados não batem com os que foram divulgados ontem (19) para a imprensa. O próprio MEC reconheceu a existência de inconsistências nas informações, ampliando o cenário de dúvidas e insegurança regulatória para as instituições", diz o documento. A divergência "compromete a transparência, a segurança jurídica e a correta interpretação dos dados, além de expor indevidamente instituições e estudantes a julgamentos públicos baseados em informações que o próprio MEC admite precisar revisar". A Abmes "defende uma apuração criteriosa dos fatos e reafirma que, no atual contexto, é impossível garantir que os conceitos produzidos e divulgados pelo Inep estejam corretos".
dlvr.it
January 21, 2026 at 4:57 PM