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conradovivacqua.bsky.social
@conradovivacqua.bsky.social
Educador urbano-ambiental e doutorando FAUUSP.
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‘Financiamento climático não é caridade, é obrigação’, diz porta-voz de países mais pobres.

“Nossos países não começaram este incêndio, mas estamos queimando no seu calor. E a fumaça não para nas nossas fronteiras”, disse Evans Njewa, um diplomata do Malawi.

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AO VIVO COP30: ‘20% do financiamento é insuficiente’, afirmam Indígenas da Amazônia - SUMAÚMA
Grupo quer ter ‘voz e voto’ no TFFF, fundo proposto pelo Brasil, para evitar dinheiro de empresas que desrespeitem os povos tradicionais
sumauma.com
November 10, 2025 at 10:03 PM
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July 15, 2025 at 12:06 AM
June 30, 2025 at 8:45 PM
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As emendas são utilizadas para atender as bases eleitorais pra que os parlamentares se mantenham no poder.
Além de saquear o orçamento da União, as emendas são utilizadas em esquemas de corrupções.
Não vivemos em um regime parlamentarista, e cabe ao executivo a gestão do orçamento público!
June 27, 2025 at 8:57 PM
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What was once an active oil field just a couple years ago is now being turned into a public park!

Over 300 acres along the Santa Ana River and Pacific Ocean in Southern California will be restored in an effort to protect the dozen or so vulnerable species that reside there.
June 25, 2025 at 12:57 PM
June 23, 2025 at 1:58 PM
VLTs e vias permeáveis vegetadas <3
Grassytram! #Nice
June 20, 2025 at 3:38 PM
Ruas escolares livres do tráfego de veículos automotivos e fazendo parte da vida escolar! <3
Vive la rue école! We’ve closed the street outside our #Montréal school to cars. When you do that, lots of fun things start to happen! (And everybody is safer.)
June 14, 2025 at 1:09 PM
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"This was an experiment by a kindergarten class. They dropped seeds in the cracks of the sidewalk to see what would happen.
This would help our bees "
via I Love Bees
June 7, 2025 at 8:42 AM
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Vamos falar a real? Comemorar redução no desmatamento é insuficiente. Menos desmatamento ainda é desmatamento. Florestas continuam desaparecendo. A natureza não precisa apenas que reduzamos o estrago, mas sim que regeneremos o que já destruímos.
Em ano de COP30, programas do governo miram o restauro de milhões de hectares na Amazônia e no Cerrado .
Em ano de COP30, programas do governo miram o restauro de milhões de hectares na Amazônia e no Cerrado
O novo Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg) e as linhas especiais de financiamento do BNDES são esperança do setor, que ainda enfrenta gargalos de uma cadeia em desenvolvimento A redução do desmatamento verificada pela Rede Mapbiomas em todos os biomas do país no ano passado é resultado direto de ações de preservação ambiental. Apesar de positivo, porém, o freio na degradação não é o suficiente para reverter os efeitos da devastação nas últimas décadas, em especial na Amazônia e no Cerrado. Por isso, reflorestar é preciso. Enquanto o setor privado abre os olhos para os créditos de carbono, o poder público vem lançando mão de uma série de programas e linhas de financiamento para impulsionar a restauração no país. Meio ambiente: União Europeia seleciona projeto brasileiro sobre matérias-primas estratégicas Brasil: Montanhista brasileiro está desaparecido após escalada no Peru O desafio vai além da injeção de verba. É preciso também estruturar a cadeia produtiva do reflorestamento no Brasil. O momento é oportuno, já que, este ano, o país vai sediar a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, no Pará. O principal instrumento do Ministério do Meio Ambiente (MMA) para o setor é o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), cuja meta é restaurar 12 milhões de hectares de terras degradadas no Brasil até 2030, com verba de R$ 1 bilhão. Além disso, a Estratégia Nacional de Áreas Protegidas (Epanb), outra política federal, prevê a recuperação de 30% das áreas degradadas até 2050. Esses objetivos ajudarão o país a alcançar os compromissos firmados no Acordo de Paris, já que florestas absorvem dióxido de carbono (CO2), neutralizando a emissão de gases do efeito estufa. A Comissão Nacional para a Recuperação da Vegetação Nativa (Conaveg) está identificando as áreas prioritárias de cada bioma. Na Amazônia, ao menos 14 mil hectares de terra estão sendo reflorestados em projetos voluntários, segundo dados do Observatório da Restauração e Reflorestamento (ORR). Além disso, aproximadamente 258 mil hectares são alvo de “restauração compulsória” — geralmente medidas de compensação obrigatórias de empreendimentos poluidores —, de acordo com os dados do Ibama. Paralelamente, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou uma extensão de 16 milhões de hectares de floresta em regeneração natural. Não basta apenas plantar Já no Cerrado, o balanço é de 20 mil hectares em restauração via projetos voluntários e 63 mil hectares em medidas compensatórias. — Os processos de restauração são fundamentais não apenas para enfrentar a mudança do clima e conservar a biodiversidade, mas também para impulsionar o desenvolvimento territorial, fortalecer a segurança alimentar e gerar renda — afirma Rita Mesquita, secretária nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA. — A restauração está no centro de uma cadeia produtiva dinâmica, que envolve comunidades tradicionais, setor privado e investidores. Restaurar não é apenas plantar, é promover uma nova economia, baseada em negócios que aceleram a transição sustentável do Brasil. Sâmia Nunes, pesquisadora do Instituto Tecnológico Vale (ITV-DS) e líder do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas da Aliança para Restauração na Amazônia, explica que o mercado do restauro cresceu muito, mas o momento exige planejamento para se dimensionar a oferta e a demanda de mão de obra, além de fatores essenciais para esse trabalho, como a disponibilidade de sementes e mudas. — A principal agenda ambiental da Amazônia era conter o desmatamento. Décadas de degradação resultaram na perda de cerca de 20% da floresta, levando ao surgimento de áreas críticas em termos de biodiversidade, escassez hídrica e produção de alimentos — diz Sâmia. — Nos últimos 15 anos, governo, empresas, sociedade civil e povos tradicionais vêm intensificando ações para recuperar a floresta, mas não sabemos ao certo o tamanho dessa demanda e o quanto cada região é capaz de absorver. Saberes tradicionais Em nota enviada ao GLOBO, o Ministério do Meio Ambiente reconhece que a falta de assistência técnica e de experiências de restauração nos diferentes biomas é desafio. Segundo a pasta, valorizar os saberes das populações tradicionais sobre processamento de sementes e mudas será muito importante. Mas o MMA também vê como fundamental fortalecer a cadeia produtiva da restauração. Para Sâmia Nunes, é urgente ampliar programas de pagamento por serviços ambientais e de investimentos em pesquisas sobre ecologia das espécies. Também é essencial, na visão dela, aumentar a participação de populações tradicionais e fomentar a cadeia de coleta, produção e distribuição de sementes e mudas: — Programas de financiamento são importantes para impulsionar a restauração. É preciso aumentar o volume de recursos para regiões vulneráveis, como a Amazônia, melhorando a acessibilidade às linhas de financiamento e crédito, com inclusão de comunidades tradicionais e fomento da bioeconomia. As soluções para financiamento de restauro são uma agenda estratégica do BNDES, que projeta uma “revolução verde silenciosa” para dar escala a iniciativas florestais. Entre recursos do Fundo Amazônia, do Fundo Clima e do próprio banco, já foi destinado mais de R$ 1,1 bilhão para o reflorestamento desde 2023. Entre os principais investimentos através de editais estão o Floresta Viva, para financiar projetos em biomas como Cerrado, Pantanal e Caatinga; o Restaura Amazônia, que já recebeu R$450 milhões do Fundo Amazônia e lançou nove editais para ações em unidades de conservação, assentamentos e terras indígenas; e o Florestas do Bem-Estar, que selecionou cinco projetos em área de 800 hectares na Amazônia. Em acesso a crédito, o BNDES já disponibilizou R$ 515 milhões a negócios florestais. Empresas como a Mombak, a Regreen e a Mil Madeiras são algumas que obtiveram financiamentos para iniciativas de remoção de carbono e manejo de árvores na Amazônia. Mas o grande projeto da agenda é o Arco da Restauração, que visa recuperar a extensa área de floresta na Amazônia, conhecida como o arco do desmatamento, que vai do leste do Maranhão até o Acre. A meta é restaurar seis milhões de hectares até 2030, o que significa a remoção de 1,65 bilhão de toneladas de CO2 da atmosfera no período. Diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello destaca que o montante já desembolsado para um negócio que sequer existia há 15 anos é um sinal do seu potencial econômico. — Saímos do desenho de projetos-piloto e estamos atuando em escala. Hoje, temos mais de 40 milhões de hectares degradados que podem ser restaurados. Só o Brasil tem tecnologia, capacidade e esse potencial — ressalta Campello, que acrescentou as expectativas para a COP30. — Um dos cartões-postais do Brasil na COP30 vai ser floresta. Acho que vamos sair com mais dinheiro na mesa. Já temos as soluções que viabilizarão o restauro florestal. Está em andamento, não é mais promessa.
dlvr.it
June 5, 2025 at 12:28 PM
AQUABUS/ Novo modal de mobilidade aquática no canal de Ilhabela, em SP.

Alternativa permite a travessia direta entre a parte sul e norte da ilha, em transporte público, sem baldeação intermediária, como fazem os ônibus.

Há quatro paradas e planejamento para ampliar a operação.
May 31, 2025 at 1:34 PM
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BIG NEWS: I’m very honoured to announce that I’ve been collaborating with the City of Paris under Mayor @annehidalgo.bsky.social’s leadership to create a unique exhibition opening this summer at Paris City Hall on BOLD URBAN TRANSFORMATION, profiling cities around the world.

Stay tuned for details!
May 14, 2025 at 2:07 PM
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Atualização importante da planilha com cidades com Tarifa Zero universal com cinco inclusões. Entre as novas cidades estão Sorriso (MT), com 120 mil moradores, e Japeri (RJ), com 102 mil. São 132 cidades identificadas, conjunto com 7,4 milhões de habitantes.

Planilha docs.google.com/spreadsheets...
cidades com tarifa zero universal no Brasil - 2025
docs.google.com
May 5, 2025 at 4:02 PM
"On an atypical afternoon with no work, Lisbon residents fill public parks".

The recent blackout and opportunities to rethink time, cities and public space.

#blackout #cities #publicspace #lisbon

valor.globo.com/mundo/notici...
Em tarde atípica sem expediente, moradores de Lisboa lotam parques públicos
Os livros foram a companhia de muitas das pessoas que aproveitaram a tarde de sol e calor
valor.globo.com
April 29, 2025 at 1:32 PM
Não é um projeto requentado da época do Haddad (como muitos, sem créditos) previsto no polo de ecoturismo da ZN?

Talvez seja mais relevante isso @uolonline.bsky.social do que esquentar o nome de golpista de idosos.

noticias.uol.com.br/politica/ult...
Nunes planeja teleférico de R$ 1 bi na Brasilândia após criticar Marçal
Após classificar como "mirabolante" a ideia de Pablo Marçal para a instalação de teleféricos como alternativa de transporte em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) agora estuda um projeto-piloto ...
noticias.uol.com.br
March 27, 2025 at 12:28 PM
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Um parque nacional é público, é de todo o povo. Uma igreja, ainda que representativa, é particular, privada. Sou completamente contra os projetos em curso no Congresso para se subtrair um pedaço do Parque Nacional da Tijuca para doá-lo à Mitra.
March 26, 2025 at 11:08 PM
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Vous avez été 66% à vous prononcer “pour” végétaliser et rendre piétonnes 500 nouvelles rues réparties dans tous les quartiers. Dans les prochaines semaines, une concertation sera ouverte pour définir la liste des rues et débuter la transformation de la Ville !
March 23, 2025 at 9:35 PM
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Paris residents vote today on whether they support creating 500 new landscaped and pedestrianized “garden streets” and replace 10,000 street parking spaces. The city has already created 220 such streets. leparisien.fr/paris-75/500...
Pour ou contre 500 nouvelles rues piétonnes à Paris ? Les clés de la votation citoyenne ce dimanche
Les Parisiens sont invités à se rendre dans les bureaux de vote ouverts ce dimanche 23 mars pour se prononcer sur la piétonnisation et la vé
leparisien.fr
March 23, 2025 at 5:03 PM
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Ranjani Srinivasan is an international student from India pursuing a doctorate in urban planning. She received a Fulbright scholarship. She was forced to flee to Canada to escape ICE, which was pursuing her for nonsense reasons. Columbia kicked her out of the doctoral program.
How a Columbia Student Fled to Canada After ICE Came Looking for Her
Ranjani Srinivasan’s student visa was revoked by U.S. immigration authorities. That was just the start of her odyssey.
www.nytimes.com
March 16, 2025 at 10:07 AM
Quando a prefeitura abre mão da gestão de equipamentos públicos, assume sua incompetência e não o contrário, Sr. prefeito @joaocampos40.bsky.social .

O interesse privado de lucro não condiz com o interesse público de parques urbanos. Pena!

blogdellas.com.br/parques-da-j...
Parques da Jaqueira, Santana, Apipucos e Dona Lindu foram privatizados pela Prefeitura do Recife - Blog Dellas
Os parques da Jaqueira, Santana, Apipucos e Dona Lindu vão ser administrados pela concessionária Viva Parques Recife, que fará um investimento de R$ 413 milhões no período de 30 anos. Os detalhes do c...
blogdellas.com.br
February 23, 2025 at 3:14 PM