Marina
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Marina
@marinarama.bsky.social
É irremediável neon
O relógio quer que eu caminhe todos os dias daqui até o fim do mês para eu ganhar um selinho.

E a gente acha que adestra cachorro.
January 17, 2026 at 1:28 PM
Porque o café que a gente coa em casa é puríssimo né
Notícia da @oglobo.globo.com

"Cafés 'para viagem' podem conter milhares de fragmentos de microplástico, alerta estudo"

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Cafés 'para viagem' podem conter milhares de fragmentos de microplástico, alerta estudo
São 7h45 da manhã. Você pega um café para viagem na sua cafeteria favorita, segura a embalagem para viagem quente com as mãos, dá um gole e segue para o escritório. Para a maioria de nós, esse copo parece inofensivo – apenas um utensílio prático para consumir cafeína. No entanto, se esse copo for de plástico ou tiver um revestimento plástico fino, há uma grande probabilidade de que milhares de minúsculos fragmentos de plástico estejam sendo liberados diretamente na sua bebida. Em uma nova pesquisa da qual sou coautor, publicada no Journal of Hazardous Materials: Plastics, analisamos como esses copos se comportam quando esquentam. A mensagem é clara: o calor é um dos principais fatores que levam à liberação de microplásticos, e o material do seu copo importa mais do que você imagina. O que são microplásticos? Os microplásticos são fragmentos de plástico que variam de cerca de 1 micrômetro a 5 milímetros de tamanho – aproximadamente do tamanho de um grão de poeira ao tamanho de uma semente de gergelim. Eles podem ser criados quando objetos plásticos maiores se decompõem ou podem ser liberados diretamente dos produtos durante o uso normal. Essas partículas acabam no nosso meio ambiente, nos nossos alimentos e, eventualmente, nos nossos corpos. Atualmente, não temos evidências conclusivas sobre a quantidade exata de microplásticos que permanece em nossos corpos. Estudos sobre esse assunto são altamente suscetíveis à contaminação e é muito difícil medir com precisão os níveis dessas partículas minúsculas no tecido humano. Além disso, os cientistas ainda estão investigando o que os microplásticos podem significar para a saúde humana a longo prazo. Mais pesquisas são urgentemente necessárias, mas, enquanto isso, é importante estar ciente das potenciais fontes de microplásticos em nosso dia a dia. A temperatura importa Meus colegas e eu realizamos inicialmente uma meta-análise – uma síntese estatística de pesquisas existentes – analisando dados de 30 estudos revisados ​​por pares. Analisamos o comportamento de plásticos comuns, como o polietileno e o polipropileno, sob diferentes condições. Um fator se destacou acima de todos os outros: a temperatura. À medida que a temperatura do líquido dentro de um recipiente aumenta, a liberação de microplásticos geralmente também aumenta. Nos estudos que analisamos, as liberações relatadas variaram de algumas centenas de partículas a mais de 8 milhões de partículas por litro, dependendo do material e do desenho do estudo. Curiosamente, o "tempo de imersão" – quanto tempo a bebida permanece no copo – não foi um fator determinante consistente. Isso sugere que deixar a bebida em um copo de plástico por muito tempo não é tão importante quanto a temperatura inicial do líquido ao entrar em contato com o plástico. Testando 400 xícaras de café Para ver como isso funciona no mundo real, coletamos 400 copos de café de dois tipos principais em Brisbane: copos de plástico feitos de polietileno e copos de papel revestidos de plástico, que parecem de papel, mas têm uma fina camada de plástico por dentro. Testamos os produtos a 5°C (temperatura do café gelado) e a 60°C (temperatura do café quente). Embora ambos os tipos tenham liberado microplásticos, os resultados revelaram duas tendências principais. Em primeiro lugar, o material importa. Os copos de papel com revestimento plástico liberaram menos microplásticos do que os copos totalmente de plástico em ambas as temperaturas. Em segundo lugar, o calor desencadeia uma liberação significativa. No caso dos copos totalmente de plástico, a troca de água fria por água quente aumentou a liberação de microplásticos em cerca de 33%. Se alguém beber 300 mililitros de café em um copo de polietileno por dia, poderá ingerir 363.000 partículas de microplástico por ano. Mas por que exatamente o calor é tão importante? Utilizando imagens de alta resolução, examinamos as paredes internas desses copos e descobrimos que os copos totalmente de plástico tinham superfícies muito mais ásperas – cheias de “picos e vales” – em comparação com os copos de papel revestidos de plástico. Essa textura mais áspera facilita o desprendimento de partículas. O calor acelera esse processo, amolecendo o plástico e fazendo com que ele se expanda e contraia, criando mais irregularidades na superfície que eventualmente se fragmentam na nossa bebida. Gerenciamento de riscos Não precisamos abandonar o hábito de pedir comida para viagem pela manhã, mas podemos mudar a forma como o fazemos para gerenciar o risco. Para bebidas quentes, a melhor opção é usar um copo reutilizável de aço inoxidável, cerâmica ou vidro, pois esses materiais não liberam microplásticos. Se precisarmos usar um copo descartável, nossa pesquisa sugere que copos de papel com revestimento plástico geralmente liberam menos partículas do que copos de plástico puro, embora nenhum dos dois seja totalmente livre de microplásticos. Por fim, como o calor é o fator que desencadeia a liberação de substâncias no plástico, evite colocar líquidos ferventes diretamente em recipientes com revestimento plástico. Pedir ao barista para resfriar um pouco o café antes de servi-lo pode reduzir o estresse físico no revestimento plástico e diminuir a exposição geral. Ao entendermos como o calor e a escolha dos materiais interagem, podemos projetar produtos melhores e fazer escolhas mais acertadas para nossa dose diária de cafeína. *Xiang Yu Liu é Pesquisador Associado na Escola de Meio Ambiente e Ciências e Instituto Australiano de Rios, Universidade Griffith. *Este artigo foi republicado de The Conversation sob licença Creative Commons. Leia o artigo original.
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January 17, 2026 at 1:27 PM
O ódio que me dá esquecer de uma coisa que eu acabei de pensar
January 16, 2026 at 2:04 PM
Todo dia um "você está de sacanagem?!" no noticiário né
January 16, 2026 at 1:38 PM
Estou obcecada com New Girl sendo que eu sei que a série é ruim. Síndrome de Estocolmo total.
January 16, 2026 at 12:34 AM
Inventei de fazer pão.

Lição aprendida: o verbo sovar dá um trabalho da porra.
January 16, 2026 at 12:08 AM
Reposted by Marina
Leonardo DiCaprio has stopped using Wikipedia.
Wikipedia is 25 today.
January 15, 2026 at 1:36 PM
Minissérie Desejo (tem no Globoplay) sobre a Tragédia da Piedade, aka melhor fofoca nacional, recomendada
January 15, 2026 at 12:08 AM
coisas que me divertem: emputecer meu gato

(mas só pq ele é estressadinho)
January 14, 2026 at 10:07 PM
Lembrando aqui que na minha escola a gente tinha que comprar caderno tipo ata e ao longo do uso a gente fazia as margens nas folhas. E escrevia um cabeçalho gigante com a data por extenso e o nome completo do centro educacional.
January 14, 2026 at 1:11 AM
fascinada por descoberto um município de nome Bady Bassitt, olha que gringalada no estado de São Paulo
January 13, 2026 at 3:07 PM
As coisas que aparecem para mim no Instagram
January 13, 2026 at 1:01 PM
Imagina entrar no BBB, dar de ombros e falar "caguei, sonho mesmo é passar na câmara dos deputados"
January 13, 2026 at 2:11 AM
Solange Iarnou eles arrasaram (22 anos depois, jesus)
January 13, 2026 at 2:03 AM
Imprimindo material na gráfica como se 2002 fosse, a única diferença é o preço da cópia
January 12, 2026 at 5:23 PM
Mentira que um dos concorrentes era o The Rock?
January 12, 2026 at 9:47 AM
Reposted by Marina
Essa torcedora do Náutico mostra muito bem como é gostar de futebol
January 11, 2026 at 2:47 PM
Meu deus que inferno seguir jornais e só falarem que Wagner Moura é forte candidato ao Oscar mudem de assunto pqp
January 11, 2026 at 1:36 PM
Nunca pensei que diria isso em minha vida, mas Mozão foi pescar
January 11, 2026 at 11:54 AM
Syra tinha pavor de trovoada e chuva forte por causa desse temporal. Ela era recém-chegada ao Rio e ficou traumatizada.
Notícia da @oglobo.globo.com

"Há 60 anos, 'maior temporal de todos os tempos' deixou 250 mortos e cicatrizes nas paisagens do Rio"

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Há 60 anos, 'maior temporal de todos os tempos' deixou 250 mortos e cicatrizes nas paisagens do Rio
Na portaria do Conjunto Residencial Santo Amaro, pacotes de todo tipo e tamanho aguardam para serem retirados pelos moradores. A maior parte é composta por miudezas compradas on-line. A coisa é organizada. O zelador anota em um caderninho tudo o que chega e sai. O esquema é comum e se repete em muitos prédios cidade afora. Mas neste condomínio, localizado no número 200 da Rua Santo Amaro, a meio caminho entre a Glória e Santa Teresa, um detalhe chama a atenção: não há registro de entregas para o apartamento 101. Nem para o 102, o 103 ou o 104. Não existem. A numeração começa no 105, e a mesma lógica se repete nos pavimentos seguintes, até o quarto andar. A peculiaridade é herança da maior tragédia climática da cidade do Rio, que esta semana completa 60 anos. 'Zona Sul' do Reviver Centro: programa da prefeitura chega à região da Candelária com residencial já quase todo vendido Mar e preço de Caribe: na Zona Sul do Rio, espreguiçadeira chega a R$ 100; na Sudoeste, sofá na areia tem diária de R$ 850 As chuvas que desabaram sobre a cidade entre 10 e 15 de janeiro de 1966 — com maior intensidade nos primeiros três dias — destruíram um bloco inteiro da frente do conjunto. O pedaço não foi refeito. No seu lugar, hoje, há um pequeno jardim e um pátio cimentado. Pelo menos 38 pessoas morreram ali na manhã do dia 12. Entre as vítimas, moradores e operários que atuavam na limpeza da rua, castigada pela enxurrada dos dias anteriores. Na cidade toda foram 250 mortos, maior número já registrado até hoje na capital em ocorrências do tipo. Os desabrigados e desalojados ficaram entre 30 mil e 50 mil. As descrições da época retratam um cenário de caos sem precedentes: casas e ruas destruídas por deslizamentos de terra e pedras — principalmente nas favelas —, alagamentos, colapso dos sistemas de transporte e comunicação, desabastecimento de água e energia elétrica, rodovias bloqueadas. Tudo ao mesmo tempo. Na edição que circulou em 11 de janeiro daquele ano, a manchete do jornal O GLOBO resumia o cenário até aquele momento: “Dezenas de mortes no maior temporal de todos os tempos”. O professor e engenheiro Manoel Oliveira Sales, coordenador do curso técnico em Mecânica do Cefet Maracanã, tinha 10 anos quando a tragédia aconteceu. Ele morava com os pais no condomínio da Rua Santo Amaro. — Uma massa de terra muito grande se deslocou do alto do morro, próximo ao local que chamam de Mirante do Rato Molhado, e chegou até aqui, atingindo esses apartamentos da frente. Muita gente morreu, moradores que todos conheciam — diz Manoel, que aos 70 anos segue morando no mesmo prédio e lembra bem do período em que a família precisou ficar no estádio do Maracanã enquanto o condomínio permaneceu interditado. — Foram de três a quatro meses até que a gente pudesse voltar para casa. Fizeram obras de contenção e nunca mais houve problema. RIO_09-01_antes-depois Rocinha Outra área fortemente atingida foi a Rocinha, onde ocorreram 66 mortes e 1,5 mil famílias ficaram desabrigadas. O episódio mais grave aconteceu ainda nos momentos iniciais da chuva, na noite do dia 10, quando uma enorme pedra se desprendeu do morro e atravessou as ruas 1 e 2 da favela levando tudo o que encontrava pela frente, de árvores a casas. Só ali 29 pessoas morreram. — O que eu tenho clareza na minha memória é que era muita chuva. Lembro que ficamos sem energia elétrica e dos óbitos... pessoas sendo retiradas — recorda a enfermeira Maria Helena Carneiro de Carvalho, de 68 anos. Galerias Relacionadas Filha do português Aníbal Carvalho, dono de um armazém na localidade, Helena mora até hoje no mesmo endereço, na Rua 2, onde vivia com a família na época da tragédia: — Isso ficou como um trauma para todos. Meu pai nunca esqueceu, perdeu amigos, foi uma coisa muito triste. O arco de destruição foi grande. O bairro de Santa Teresa ficou praticamente isolado. Só dois acessos, um pela Rua Paula Matos e outro pela Santa Cristina, estavam abertos quatro dias depois do início das chuvas. Vinte e dois prédios foram interditados. Na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, casas construídas na encosta, descritas como “modestas” no noticiário, vieram abaixo deixando 32 mortos. Por Engenho Novo, Méier e Piedade, 71 prédios foram afetados e 14 mortes registradas. No Centro, a água tomou conta das ruas e invadiu estabelecimentos comerciais. Na Rua da Assembleia, próximo à Avenida Rio Branco, uma cratera se abriu. Em meio ao caos, até pedir socorro foi um desafio para muita gente. A Companhia Telefônica Brasileira estimou que 20 mil telefones — fixos, claro — ficaram mudos. O número equivale a pouco mais de 5% de todos os aparelhos existentes na época no então Estado da Guanabara. Quem tinha telefone funcionando em casa nem sempre conseguia ajuda. Já no primeiro dia da chuva, O GLOBO registrava em suas páginas ter recebido centenas de telefonemas com “apelos dramáticos” vindos desde Olaria até o Cosme Velho para que “os repórteres conseguissem contato com o Corpo de Bombeiros”, cujas linhas certamente estavam sobrecarregadas àquela altura. Onda de solidariedade Passados os primeiros dias da tragédia, ainda com a chuva caindo em alguns pontos da cidade, começou a ser formada uma onda de solidariedade. — Morava na Rua Rosa e Silva, no Grajaú. Virou um rio. A gente via geladeiras, fogões e outros objetos sendo levados. Depois disso todo mundo se mobilizou para ajudar. A gente arrecadava tudo o que era possível na família, com os amigos, para doar. Houve uma união nesse sentido — recorda a professora Yvone Amaral Gomes Pires, de 88 anos. A capa do GLOBO em 11 de janeiro de 1966: "Maior temporal de todos os tempos" Acervo/O Globo Na série histórica das medições feitas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) desde 1961 em estações convencionais, a tempestade de 1966 aparece em sexto e sétimo lugares entre os maiores volumes de chuva na cidade do Rio, num período de 24 horas, com registros de 242,6mm e 237mm no dia 11 de janeiro daquele ano nas estações do Jardim Botânico e da Praça Quinze, respectivamente. É bastante coisa. Ainda de acordo com o Inmet, a média histórica para todo o mês de janeiro na região que abrange a capital do estado oscila entre 220mm e 260mm. A enxurrada de 1966 encontrou a metrópole pouco preparada para uma chuva com aquelas proporções. Por isso, em maio daquele mesmo ano, foi criado o Instituto de Geotécnica, que hoje é a Fundação Geo-Rio, sob responsabilidade da prefeitura desde 1975. — Hoje realizamos cerca de 1.500 a 1.600 vistorias por ano em caráter preventivo. O embrião do Alerta Rio foi a Geo-Rio, trouxemos 33 estações pluviométricas que nos fornecem um banco de dados muito importante. Desenvolvemos um plano de gestão de risco geotécnico. Isso não havia antes de 1966. Aquela chuva foi um marco. Depois dela, a cidade se preparou melhor. Tivemos índices maiores ou parecidos com aquele, e o Rio apresentou uma resiliência melhor e com menos ocorrências — diz Anderson Marins, presidente da Fundação Geo-Rio. Initial plugin text
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January 11, 2026 at 10:44 AM
Cara, Fernandona tá ótimo, chega aos 100 fácil
January 10, 2026 at 2:38 PM
Cachorra não querendo comer, gata vomitando, hoje a arca tá agitada
January 9, 2026 at 4:38 PM
Tendo que me desfazer de uma belíssima escrivaninha que tenho há 10 anos, aquele móvel que namorei meses e economizei etcetera

Dor no coração
January 9, 2026 at 1:23 PM
deus me ajude a não assistir bbb esse ano eu já me inscrevi em concurso demais até março
January 9, 2026 at 12:17 PM
a chatice de esperar um prestador de serviço que disse que estaria aqui às 9
January 9, 2026 at 12:15 PM