Mediano em crise média
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urbfernandes.bsky.social
Mediano em crise média
@urbfernandes.bsky.social
Um tal de Bruno que é padeiro amador em profissionalização. E, tb, professor dessas coisas de lei.
Toda vez que um meteoro passa direto, lamento. Gente que questiona obviedades civilizatorias, tipo silêncio no cinema, merece morrer de sede. Fodas.
Vou censurar pra não ter problemas kkkkk
January 25, 2026 at 3:37 PM
Talvez unica vez que concorde com o sujeito nos ultimos 30 anos. Fies e depois o Prouni não são necessariamente ruins, mas totalmente desacompanhados de exigencias e fiscalizações adequadas. A gente tem um problemaço no ensino universitário. Pq as exigencias até são ok, mas a fiscalização é nula.
Notícia da @folha.com

"Opinião - Elio Gaspari: Fies foi gracinha criada na penumbra de Brasília para estatizar a inadimplência"

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Opinião - Elio Gaspari: Fies foi gracinha criada na penumbra de Brasília para estatizar a inadimplência
Faculdades de medicina foram reprovadas em avaliação do MEC
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January 25, 2026 at 11:23 AM
Ou nao dá... o elenco e os roteiristas do SNL atual são muito ruins. É como se escalassem o time b para jogar libertadores.
January 25, 2026 at 11:07 AM
fico pensando, por que me meti nesse trem?! vejo uns pareceres que putz... realmente acho que tem parecerista que vira parecerista só para exercer suas opiniões no modo louco.
I just thought everyone should see this
January 23, 2026 at 12:41 PM
O Bial é péssimo. Coitado. É tão colonizado pela ditadura e, ao mesmo tempo, deslumbrado com (excepcionais) artistas. Aí o cara produz esses textos bizarros. Aqui ele tentou "despolitizar" a ditadura ou descola-la de quem a fez e representou, só pq nao tem como desvalorizar o trabalho do Kleber.
Notícia da @oglobo.globo.com

"Artigo: 'O agente secreto' não é sobre a ditadura, é sobre o Brasil"

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Artigo: 'O agente secreto' não é sobre a ditadura, é sobre o Brasil
Eu amo o Recife, só por isso o filme já me conquistaria. Mas é mais que isso, eu amo cidades, mesmo as de que não gosto, e amo filmes sobre cidades. Na tela, as cidades são esquadrinhadas, se dão a conhecer como só à distância as coisas se permitem conhecer. E a distância que o cinema se nos coloca não é lonjura, não, ao contrário — é separação que permite o encontro, desapego que cria o destaque. No cinema, a cidade abre sua intimidade, um território feito só de memória. Variety: Em previsões finais, revista americana aposta em quatro indicações para 'O agente secreto' no Oscar Festival de Berlim: Filme de Karim Aïnouz estrelado por Callum Turner e Elle Fanning disputará Urso de Ouro Ecléa Bosi demonstrou em seu livro clássico de 1987, “Memória e sociedade: lembranças de velhos”, que a memória, imaterial, se entrega por via da pedra — a mão precisa tocar o concreto para que o abstrato ganhe forma legível. No cinema, a ambivalência da imagem abstrata/concreta decifra a teia urbana através de seus habitantes. Figuração protagonista, é assim a Tóquio de Yazuhiro Ozu e a Berlim de Wim Wenders. Mesmo quando personagem nomeada, como o Rio de Janeiro de Nelson Pereira dos Santos e a Nova York de Woody Allen e Martin Scorsese, na tela não importam tanto seus traços físicos, arquitetura e urbanismo, se não como expressões de seu espírito, manifesto em seus moradores-amantes. O Recife de “O agente secreto” está para Kleber Mendonça Filho como a Rimini de “Amarcord” está para Federico Fellini. Na recepção crítica a “Bacurau”, surgiu uma metáfora culinária para definir a mistura de gêneros que o diretor salteia em seus filmes: sarapatel. Tá tudo ali, coração, fígado, rins, pulmão, língua, sangue, de porco, carneiro ou bode; tudo picado, cozido, ricamente temperado. Não se passa indiferente pelo sarapatel, receita radical que atrai muitos à mesa, mas divide gostos. Quando esteve no “Conversa com Bial”, em 2019, Kleber curtiu a analogia sarapatélica, reconheceu o caráter de miscelânea de seu cinema. Parece não ficar tão à vontade quando apontam em sua obra ecos de Tarantino, Fellini, Hitchcock e Ford, prefere identificar-se com Nicholas Ray, Michelangelo Antonioni (vide a sequência de abertura no posto de gasolina de “O agente secreto”), John Carpenter. Artista liquidificador de gêneros, apontar influências talvez não tenha mesmo grande valia na fruição e compreensão do cinema de Mendonça Filho. Estamos diante de um autor que é original mesmo na “imperfeição” de seus filmes. Toda arte é imperfeita, o belo precisa do “defeito” na busca pelo sublime. Linhas entrelaçadas Reagiu-se bastante a supostos “fios soltos” no roteiro de “O agente secreto”. Discordo do reparo. Se há cordões desatados, o roteiro os tem como linhas desembaraçadas, entrelaçadas com fluência. Ainda que se possa identificar “apêndices” pouco explicáveis, como a sequência-declaração de amor a Udo Kier, isso é prerrogativa de autor, desde que, como é o caso, isso não comprometa o ritmo. Questiona-se também o transplante extemporâneo do atroz Caso Miguel, em que o filho de 5 anos da empregada morre, vítima da crueldade banal da patroa. A meu ver, a ousada transposição funciona, serve com justeza de síntese (in)feliz de nossa iniquidade. Oscar de melhor ator ou Copa do Mundo para o Brasil? Wagner Moura sofre com escolha em podcast americano Aponta-se o comportamento anacrônico de Fátima, a mulher de Marcelo/Armando, interpretada pela tigresa Alice Carvalho, na cena da briga fatal no restaurante. Pois, taí a mão do autor, presente em toda a história, num toque deliberadamente anacrônico. Mesmo a escolha do ano de 1977 é aleatória. Ano do início da “distensão lenta, gradual e segura”, ali a ditadura permanecia fincada no estatismo, comprometida com a Sudene, e com o projeto de descentralização do ensino superior. Mais uma vez: esse anacronismo compromete a fluência do filme? Não. Anacronismo e irrealismo podem ser bem-vindos, como na perseguição do matador Bobbi, do brilhante Gabriel Leone, ao matador Vilmar, do desconcertante Kaiony Venâncio. Em meio à ação, sem que se explique ou se careça de justificativa, cai do céu um irresistível menestrel a declamar Manuel Bandeira para todos e ninguém, no centro do Recife. Funciona belamente. Galerias Relacionadas Quanto à Perna Cabeluda, é uma deliciosa digressão nutrida por lenda urbana local, história dentro da história, construída desde o início do filme para se encaixar, precisa, no arco de tensões e distensões da trama. Conclusão moral Também não alcanço as objeções ao final da história, anunciado com clareza no decorrer de toda a trama. Uma conclusão moral, como é a arte de Kleber, mas dessa vez não moralista, tendência explícita em sua filmografia. Seria óbvio e limitante atribuir as críticas à polarização política, em que Kleber é ator ativo e partidário. Antes vejo na resistência a seu cinema, reações previsíveis a uma forte personalidade artística, contundente. Parece-me que muito da rejeição a sua arte é só repulsa ao artista. E penso que não interessa a uma reflexão sobre o filme se Kleber, militante que é, se apraz em provocar adversários, se gosta de uma briga. É do jogo. Como todo autor que faça por merecer este título, Kleber Mendonça Filho cultiva suas flores de obsessão, por exemplos: a luta de classes com CEP, entre Sul/Sudeste e Norte/Nordeste; e a transposição da mitologia modernista para o campo do concreto, numa espécie de “alegoria realista”. O professor Jorge Coli bem aponta o parentesco entre o industrial Henrique Ghirotti e o gigante canibal Venceslau Pietro Pietra, de Macunaíma — ambos vilões “carcamanos”. Só que Marcelo/Armando passa longe de ser Macunaíma. O personagem irresistivelmente macunaímico de “O agente secreto” é Dona Sebastiana, e, i, o, u, ipisilone, mais que alívio cômico, alicerce humorístico do filme, espetáculo em si de Tânia Maria. O substrato ideológico da obra de Kleber não busca se esconder, é claro, flerta sem pejo com o maniqueísmo. Mas, e daí? Grandes artistas ergueram monumentos sobre bases igualmente ambíguas, e se a construção se sustenta, repito; e daí? Eu mesmo respondo: e daí que causa desconforto repelir a ética e abraçar a estética do discurso, uma dissonância cognitiva aflitiva. De caráter pessoal à gota serena, o cinema de Kleber Mendonça Filho sempre surpreende, a quem goste ou não. Para os apreciadores de sua complexidade, “O som ao redor” é seu melhor filme. Os devotos de oximoros, como suas “alegorias realistas”, preferem “Bacurau” e “Aquarius”. Outros cinéfilos apreciam quando nem realista, nem alegórico; testemunhal. Como em “Retratos fantasmas”, não há saudosismo na viagem a um Recife passado de “O agente secreto”. No mergulho em seus afetos, Kleber compõe uma cidade atemporal, e mais, um Brasil atemporal. Isso evidencia um traço da obra que parece nem seu criador previu: a história de Marcelo/Armando poderia acontecer hoje, os sintomas e patologias brasileiras que o filme expõe — violência, corrupção, desigualdade, patrimonialismo, hipocrisia, anomia —, estão presentes em toda nossa História. “O agente secreto” não é um filme sobre a ditadura, é um filme sobre o Brasil. Com efetivo apelo internacional, “O agente secreto” viaja bem, pode ser desfrutado por qualquer público gringo, sem necessidade de maiores contextualizações. Além do enredo com pinceladas de thriller, sem sê-lo integramente, a narrativa enleva o espectador, mantendo a atenção em suspensão, ora, o que se chama suspense. Atração cosmopolita à parte é o painel etnográfico exposto pelo filme. Sucessão arrebatadora de tipos brasileiros, a beleza rascante de nossa gente violenta a tela, mesmerizante de dar medo. Ainda na observação da paisagem humana do Recife mítico, reluz a direção de atores! Não há participação sem brilho próprio, menor que seja. Exemplo da maestria na condução do elenco é ver materializada por Kaiony Venâncio a rubrica que descreve seu personagem no roteiro: “Vilmar tem uma expressão extraordinária no rosto, especialmente por esconder o que se passa ali por dentro”. Tudo coroado por nosso Marlon Brando, um Wagner Moura que faz de um suspiro, trovão. Stradivarius bem regido, arestas aparadas, excessos domados, Wagner tem um desempenho singular em sua plural carreira. Quem conhece Kleber, diz que, na composição de Marcelo/Armando, Wagner faz o próprio Kleber, em gestos, tempos e expressões do diretor no trato pessoal — se a observação procede, é uma bem-vinda simbiose. Duas virtudes destacam “O agente secreto” de outros filmes de Mendonça Filho. São qualidades herdadas de monumentos da cultura pernambucana, a ver: a presença de humor “à la Chacrinha”, na linhagem dos velhos safados do pastoril, graça inocente de tão maliciosa; e a ausência de moralismo, herança (ir)refletida de Nelson Rodrigues, talvez. Apesar do final, trata-se de um filme amoral (ou imoral, como queiram), assim como o país que retrata. Se há chances de reconhecimento “oscarizável” ao filme, e há, oxalá!, isso se deve ao desejo assumido do realizador de comunicar, de ir além da franquia criadora de se exprimir — como se deixasse de pretender, para querer ambicionar. Sorte e sucesso para “O agente secreto”! (Ah, e concordo com Eduardo Escorel quando diz que o agente secreto do filme é tão secreto que ninguém descobre quem é... rsrs) * Pedro Bial é jornalista e apresentador de TV
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January 21, 2026 at 8:37 AM
morro de preguiça do lenio streck. confesso que do ponto de vista teórico estou mais perto do que longe. mas que preguiça... ele tem jeito de arrogante pra caramba.
January 20, 2026 at 2:38 PM
tem um tipo de gente que é um porre. aquele tipo que acha as suas próprias urgências, as únicas do mundo. "claro, ruim pra todo mundo, mas o MEU caso". quando pessoa próxima sua é assim, a melhor coisa é dar um jeito de torná-la "longe", o tal do convívio controlado. é foda.
January 20, 2026 at 11:49 AM
Reposted by Mediano em crise média
Hoje começaria em Porto Alegre o Fórum Social Mundial, criado em oposição ao Fórum Econômico de Davos.

Aqui no parque da Harmonia - hoje privatizado; no Gasômetro, ainda sem direção definida; e no Anfiteatro Pôr do Sol, há anos abandonado, pessoas do mundo inteiro discutiam um outro mundo possível.
January 19, 2026 at 5:15 PM
Todo ano esse programa duns aí traz os mesmos assuntos e nunca é dum jeito proveitoso. É só mais do mesmo: gente ganhando dinheiro com assedio sexual ou racismo ou... e vcs ai, assistindo pq "polêmica diverte". Bebam alcool. Isso é bom. Mas evitem reality shows, pq isso é lixo.
January 19, 2026 at 4:49 PM
imagina vc morrer e apenas o setor minerário lamentar a sua morte? que vida mal vivida.
January 19, 2026 at 1:37 PM
só uma ponderação em defesa das bebidas alcoolicas como alimento. hahaha. gente, o vinho têm milênios de existência. óbvio que o porre fazia e faz parte, mas é um alimento. com quaisquer problemas, várias receitas foram criadas a partir dele. "metade" da culinária francesa NÃO existiria sem ele.
Impressionante como tudo é moralizado na era das redes (anti)sociais. Vi nestante o discurso sobre os ultraprocessados – "não é reconhecido como alimento pelo corpo" – que é interessante pra gente pensar na alimentação, usado contra consumo de álcool. Aí eu pergunto: alguém aí bebe pra se alimentar?
January 19, 2026 at 1:00 PM
Nesse ambiente comunicacional é o rio correndo pro mar...Por isso que na esquerda tem sido interessante pensar como superação ou resistência possível sair daqui; não no sentido de abandonar, mas de retomar políticas públicas que criem e fortaleçam comunidades reais.
O gerador de lero-lero está virando o professor de política, economia e ciência dos brasileiros. Neste ano tem eleição.

www1.folha.uol.com.br/colunas/moni...
January 19, 2026 at 11:44 AM
O Trump é insano mesmo,mas ele é um insano útil. Nao caia nessa que a pol de guerra dos EUA é coisa de maluco, pq ela se liga ao realinhamento interno dos EUA na disputa por recursos naturais e trabalho(escravizado). E se nao entendeu ainda, o @sk-serge.bsky.social está desenhando na newsletter dele
January 19, 2026 at 6:14 AM
Reposted by Mediano em crise média
Multi-layered “look what you made me do” lie.

Because Norway didn’t give a him prize (it doesn’t decide winners) for ending wars (he didn’t end) the US won’t be peaceful anymore (bombing multiple countries) and will take Greenland (part of Denmark, not Norway) to stop Russia (it’d help Russia).
mad king moment

from the PBS Newshour correspondent
January 19, 2026 at 5:36 AM
Depois que meu cachorro chegou, fiquei muito impressionado com a esperteza comunicativa dele. Ele entende palavras e as entonações. Não tô de sacanagem. Por ex. Ele sabe quando estou sendo irônico com ele. Ele pega nuances da linguagem. Muito incrível isso.
Reinaldo J. Lopes: Cachorros aprendem palavras ouvindo pessoas conversarem entre si
Capacidade, presente em cães com facilidade para vocabulário, é similar à de crianças de dois anos
@reinaldojlopes.bsky.social
archive.ph/YMKs3
January 18, 2026 at 11:08 AM
A 4 temporada de Mad Men é simplesmente absurda. As demais sao boas. Gosto muito da 6, mas a 4 é absurda.
January 17, 2026 at 9:07 PM
Não fazia pão com levain há 3 meses. Na boa, eles ficam bons pra caramba. Esse aí é um pão classicaço. 20h de fermentação. Olha, fiquei consumindo da concorrência. Comi bons pães, mas, modéstia à parte, o resultado que consigo com estrutura doméstica dá uma surra em muita padaria artesanal de BH.
January 17, 2026 at 1:22 PM
pronto
A IA NÃO FAZ ISSO
January 16, 2026 at 5:54 PM
Rede social acadêmica é evento acadêmico. Parem com esse deslumbre "uma rede para chamar de minha". No geral, todas funcionam da mesma forma, entrega mais que posta mais e cria uma colônia. Isso não gera diálogo, apenas divulgação. Subverter isso aqui é não levar esse trem a sério. Aqui é meme
"X shows the fragility of relying on tech corporations for business continuity and knowledge sharing. Ultimately universities have no influence on these technologies, but they can adapt quicker to ensure some level of ethical professionalism."

blogs.lse.ac.uk/impactofsoci...
UK academia’s presence on X is reaching a tipping point - Impact of Social Sciences
Data collected on UK universities’ use of social media shows academic engagement with X is at a tipping point with more institutions off the platform than on.
blogs.lse.ac.uk
January 16, 2026 at 1:03 PM
Rede social é um trem muito louco. Tem gente que se expõe muito. Uma coisa é reclarmos de coisas da vida que são coletivamente percebidas ou abre uma prosa: "tá calor pra um caramba"; "trabalho tá osso". Outra é muro das lamentações. A pessoa precisando levar para terapia, manda aqui. Galera, calma.
January 16, 2026 at 12:56 PM
Reposted by Mediano em crise média
Plan: Invade Greenland, overthrow Trump, surrender to Denmark and become its sixth administrative region and ...

... DANISH SOCIAL WELFARE SYSTEMS IN THE USA!
January 14, 2026 at 10:42 PM
O tal programa vai começar. "ain lá vem o chato reclamar". vou sim, cês ficam falando desse trem 36h e mesmo silenciando tudo, quem não gosta é sugado. Sem falar no super conteúdo: "é a maior aula de narrativa" ou "como as estratégias da Bombom sei lá o que te ajudam no trabalho" ah vá se f*der.
January 13, 2026 at 8:20 PM
Isso aqui é sacanagem. Explico. Querem incentivar as pessoas a se tornarem professoras. Elas se formam e estão habilitadas apenas para isso. Aí o Estado, principalmente via essa Câmara dos Deputados horrível, soca um arrocho na categoria. Fomentar a profissão sem melhorá-la não é incentivo, é golpe.
Mais incentivos para atrair estudantes para a carreira de professores e aumentar a taxa de conclusão dos cursos. Uma das principais medidas da lei é a oferta de bolsas para estudantes que cursarem licenciatura [Lei 15.344/2026]. Veja os outros benefícios propostos: cd.leg.br/pvTMANOR_V
Lei institui política de incentivo à formação de professor da educação básica - Notícias
Uma das principais medidas é a oferta de bolsas a estudantes que optarem por cursar licenciatura
cd.leg.br
January 13, 2026 at 8:05 PM
Tudo que envolve o sujeito Timothe Chalamet me aborrece. Nunca vi ele falando qualquer coisa interessante. Acho bom ator. Talvez ele seja o melhor exemplo dessa nova onda de atores e atrizes de alta performance mas 100% streaminzados. Só forma. Zero conteúdo. Excelente para Duna, aliás.
January 13, 2026 at 11:14 AM