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a favor de uva passa e cuscuz paulista
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cancelem a cbf e deem todo o dinheiro do futebol para a lei rouanet
January 12, 2026 at 4:06 AM
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Socorro, meu marido está preso numa cela com nada além das leis da física e não para de sofrer acidentes
January 6, 2026 at 3:16 PM
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Gente The Pitt realmente é maravilhoso
January 7, 2026 at 3:43 AM
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incrível
January 6, 2026 at 2:09 AM
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FELIZ ANO NOVO PARA TODOS*

*EXCETO ALGUNS
December 31, 2025 at 7:41 PM
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A obra original!
December 26, 2025 at 1:35 AM
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by this time next year ai will be capable of opening presents with your family, freeing you up to finish those spreadsheets your boss has been waiting on
December 26, 2025 at 4:17 AM
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2025 pode ter sido uma bosta em muitos aspectos mas ele vai ser pra sempre o ano no qual Bolsonaro foi preso e isso é lindo
December 23, 2025 at 1:47 AM
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Neste Natal, lembre-se que se você não tem um diploma em psiquiatria você não tem absolutamente nenhuma capacidade de inventar diagnósticos pra sua família
December 23, 2025 at 11:11 AM
Luísa decreta que homem não pode mais interromper mulher e agora todo cinema será gratuito.
verdade. controla o estado todo
December 18, 2025 at 11:26 PM
É gigante a minha admiração pelo Andreas Kisser.
Notícia da @oglobo.globo.com

"‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher"

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‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher
Eu e minha esposa, Patrícia, estávamos juntos há 32 anos, com três filhos, quando, em janeiro de 2021, durante a pandemia, veio o diagnóstico de câncer colorretal. Ela foi para o hospital com dores que pensávamos que era pedra nos rins. Um ano e meio antes ela teve pedra no rim, e naquela época não tinha nenhum câncer. Mas o tumor apareceu de uma forma muito repentina e forte. Foi uma surpresa, não imaginávamos que fosse ser algo tão sério. A partir dali começamos o tratamento, que envolveu duas cirurgias e a quimioterapia. No início, foi um processo razoavelmente positivo, porque ela estava com muita força de lutar. Não chegou a perder todo o cabelo, encarava a situação de uma forma muito positiva, apesar da seriedade. Em setembro, fez a última quimioterapia. O tumor sumiu, ficamos muito felizes. Eu faço parte do grupo “Os Pitais”, que leva a música e promove festas em ocupações, hospitais, creches e asilos, onde muitas pessoas estão abandonadas ou passando por dificuldades de saúde, psicológicas. Como o câncer tinha ido embora, Patrícia pediu uma festa para celebrarmos. Infelizmente não deu tempo, porque o câncer voltou com tudo. E foi um processo muito mais difícil, porque a autoestima dela foi lá para baixo. Os últimos seis meses de vida foram muito difíceis. Foi a partir daí, principalmente nos últimos dias, que percebi que, como cidadão brasileiro, eu estava muito mal preparado para lidar com uma situação como essa. Sobre as possibilidades a serem discutidas que não foram colocada mesa, como a de eutanásia, de levá-la à Suíça para exercer o direito de escolha, como fez Antônio Cícero. Não sabia que existia o hospice movement, que são hospitais específicos para fim de vida, focados na dignidade. Descobri, por exemplo, que só 4 a 5% dos hospitais do Brasil têm equipe de cuidado paliativo. E eu, com todas as condições financeiras, seguro de saúde, educação, não sabia de nada porque isso não é falado. A morte não é discutida por causa de medo, por preconceito. Eu não sabia que poderia falar “não” para um médico, por exemplo, negar um tratamento. São tantos detalhes que aconteceram em apenas uma semana. A Patrícia na cama, apertando a maquininha de morfina, e e eu perguntando para a equipe por que não se fala de eutanásia, não se fala de morte. Por que a maioria dos hospitais não tem cuidado paliativo, que não é só a morfina, é cuidar das pessoas ao lado, ter psicólogos, fisioterapeutas, médicos, tudo para dar um conforto no fim da vida. Precisamos jogar na mesa da sociedade brasileira esse elefante gigantesco que é a morte. A Patrícia falava sobre o fim da vida de uma maneira muito leve. Desde que nos conhecemos, ela brincava: "quando eu morrer, não vai esquecer meu pijama, meinha, cobertor e travesseiro porque eu não quero ficar desconfortável e nem passar frio no caixão". Ela falava isso para todo mundo, todos ríamos. E quando ela faleceu, todo mundo sabia o que ela queria. Aí eu percebi que precisamos falar de morte todos os dias. Desde que nascemos, na infância, na adolescência, as fases da vida vão passando, e a morte pode acontecer a qualquer momento. Falar de morte sem preconceito, sem tabu, porque ela não é uma punição. Como você vai ter medo de uma coisa que é inevitável? E nós podemos nos preparar melhor para esse momento, que é tão doloroso. Por isso, criei o movimento Mãetrícia, para estimular a sociedade a falar sobre esse assunto. É uma página no Instagram onde temos informações, parcerias com o pessoal do Infinitus, Morte sem Tabu, todos que abordam o cuidado paliativo e o tema da morte assistida. E, quando a Patrícia morreu, falei com o pessoal do “Os Pitais”: "vamos fazer aquela festa que não conseguimos com a com ela em vida". E aí nasceu o PatFest, de uma vontade de celebrar a vida e a morte da Patrícia, que me ensina tanto até hoje. Mais recentemente, também participei da fundação da associação Eu Decido. Lá, buscamos a criação de uma lei específica para termos o direito de escolha da morte assistida no país. Que um brasileiro não precise sair do país para exercer esse direito de liberdade de escolha, como o Antônio Cícero fez. Minha função é divulgar, usar o meu alcance como músico para falar sobre assunto. A carta do Cícero foi um presente para a sociedade brasileira. Uma coragem, um amor, uma empatia com o próximo em externar a situação de uma maneira real e verdadeira. Mas a maioria do povo brasileiro que necessita ou quer usar a eutanásia não tem dinheiro para ir à Suíça. Podemos melhorar muito. Vemos o avanço em outros países, como o Uruguai, que aprovou agora, Portugal, Colômbia, Peru. Aqui no Brasil nem se fala disso. Precisamos achar a melhor maneira de colocar essa possibilidade. E não estamos falando de uma obrigação, para a pessoa ser “contra” ou “a favor”, mas sim de uma escolha pessoal de cada um, por isso o nome "Eu Decido". As pessoas devem ter autonomia para pensar na sua própria morte, escolher o que querem para si. Você pode ter a sua crença religiosa, a sua crença política, você vai ser respeitado por isso. E eu quero ser respeitado pela minha vontade de ter essa possibilidade disponível aqui no Brasil para todos que veem isso como uma alternativa. Essa é a nossa luta. Ficamos muito surpresos com o número de associados na “Eu Decido”, foi muito maior em poucos meses do que esperávamos. Percebemos que tem muita gente que quer ter essa opção. No Uruguai, esse direito demorou 20 anos para sair do papel, em Portugal, 30. E que demore 30, 50 anos para conseguirmos aqui, mas em algum momento precisamos começar essa luta. Estamos perdendo o espaço em relação ao resto do mundo, mas estou muito feliz que estamos acordando para esse tema. Obviamente, sabemos que o Brasil é um país extremamente conservador. Mas só queremos não ser obrigados a aceitar a falta de escolha porque meu vizinho acha que eu não devo fazer devido às suas crenças. É um tema polêmico, sem dúvidas. Mas todo mundo vai morrer um dia, independentemente se é de direita ou de esquerda, homem ou mulher, são paulino ou corintiano. No Brasil, é muito difícil você falar de qualquer tema polêmico, de aborto, legalização de drogas, eutanásia. Mas esse é um tema que atinge todo mundo. E tem muita gente fazendo um trabalho fantástico para colocar esse assunto em pauta. Existem muitas possibilidades para crescermos como país e encarar essa situação com mais preparo. Tudo no final é sobre informação. Quero que as pessoas possam buscar isso, perguntar nos hospitais e conversar com seu próprio médico de confiança sobre suas possibilidades diante de uma doença grave. Entender o que existe, o que está acontecendo fora do Brasil e buscar o que é melhor para si. A morte não é uma inimiga, não é um fator a ser vencido a todo custo. A morte é uma professora. Quanto mais a respeitamos, mais viveremos o presente, a intensidade do dia a dia, os relacionamentos com amigos e família e não deixaremos as coisas para amanhã. * Em depoimento ao repórter Bernardo Yoneshigue
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December 17, 2025 at 7:24 PM
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Rapaiz que bomba do Jamil Chade no @iclnoticias.com.br

Nada do que a gente já não desconfiasse mas agora com documentos comprovando.

Sonho o dia em que essa corja que escolheu deliberadamente pela morte de tantos brasileiros seja condenada.

iclnoticias.com.br/abin-alertou...
EXCLUSIVO: Abin alertou Bolsonaro sobre risco da covid nos primeiros dias do surto na China
Desde os primeiros dias da descoberta de um vírus na China, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alertou ao Palácio do Planalto sobre o risco da crise
iclnoticias.com.br
December 17, 2025 at 1:55 PM
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Hermeto Pascoal teria dificuldades
December 12, 2025 at 1:13 PM
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O sp1 começou 12h.
São 12:35. O nome do Nunes e do Tarcísio ainda não foi citado.
December 12, 2025 at 3:36 PM
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Pessoal, vcs conhecem pessoas que ainda estão sem luz por responsabilidade da enel? Meu amigo gostaria de entrevistar pra uma pauta dele
December 12, 2025 at 4:50 PM
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eu acho muito triste saber que tem gente falando da própria vida com robô sendo que é possível se inscrever nesse site e falar da própria vida pra um monte de desconhecidos que nem um maluco normal
dói no coração ver amigos queridos de conversinha com o chatgpt. tratando como amigo, batendo papo e tal. sem brincadeira, parece que quebra algo em mim
December 10, 2025 at 2:09 AM
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Can't remember if it was this bad before COVID but I'm seeing an alarming spreading of what I'll call Airport Behavior to other public places. Obliviousness to other people's existence, ineptitude at navigating the environment. "Is this your first time at the grocery store" type stuff
December 7, 2025 at 1:29 AM
Todos os dias eu tenho saudades dos metrô Toons.
a dog is swimming in the ocean on a sunny day
ALT: a dog is swimming in the ocean on a sunny day
media.tenor.com
December 6, 2025 at 10:57 PM
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tem que criar um protocolo pra cobertura midiática de feminicídio como fizeram pra ataque em escola pq pode parecer inacreditável mas esses vídeos de homem espancando mulher geram admiração na linha de defesa da honra e estimulam outros potenciais agressores
December 4, 2025 at 11:40 AM
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Expectativa: voto impresso
Realidade: Bolsonaro impresso
December 3, 2025 at 7:46 PM
Hipnotizante
Amigos, o feat do ano!
December 1, 2025 at 1:16 PM
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The death of browsing is part of the reason art is the way it is now. Our opinions are largely fed to us by algorithms. Spending a spare 15 minutes wandering around a bookstore or comic shop or video rental place was how you found stuff you wouldn't ordinarily pick up and thereby expanded your taste
Bookselling is like the most "people go to the store and buy what looks cool to them without a particular agenda" type business left, and your purchases have a huge influence on what is ordered, what is displayed, and what is recommended.
November 29, 2025 at 6:44 PM
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1900s

💀
November 27, 2025 at 2:56 PM